18.6.10

Sobre a escolha do Livro Didático

A Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (SEB/MEC), é responsável pela avaliação pedagógica e pela distribuição dos livros didáticos. A SEB escolhe os especialistas para analisar as obras, conforme critérios divulgados no edital. Os livros que apresentam erros conceituais, indução a erros, desatualização, preconceito ou discriminação de qualquer tipo são excluídos do Guia do Livro Didático. Finda a avaliação, os especialistas elaboram resenhas dos livros aprovados, que passam a compor o Guia do Livro Didático.


Guia do livro - O FNDE disponibiliza o Guia do Livro Didático em seu sítio na internet e envia o mesmo material impresso às escolas cadastradas no censo escolar.

Escolha - Os livros didáticos passam por um processo democrático de escolha, com base no Guia do Livro Didático. Diretores e professores analisam e escolhem as obras que serão utilizadas.

Pedido - O professor possui duas maneiras de escolher os livros didáticos:

A primeira é pela Internet. De posse de senha previamente enviada pelo FNDE às escolas, os professores fazem a escolha on line em aplicativo específico para esse fim, disponível na página do FNDE.

Outra maneira, válida apenas para o ensino fundamental, é pelo formulário impresso, remetido a todas as escolas cadastradas, via correio, junto com o Guia do Livro Didático. Nessa hipótese, o formulário deve ser preenchido pelos docentes para identificação das obras desejadas e devolvido, pelo correio, ao FNDE.

Prazo de utilização - Confeccionado com uma estrutura física resistente, o livro didático fornecido pelo governo federal deve ser utilizado, no mínimo, por três anos consecutivos, beneficiando mais de um estudante nos anos subseqüentes, exceção feita à cartilha de alfabetização e aos livros da série inicial.

Reposição- A falta de conservação e a não devolução das obras levam o FNDE a adquirir, a cada ano, mais 13% do total inicial de livros, para repor os que não foram devolvidos ou que estejam sem condição de uso.

Complementação - Como o número de estudantes da rede varia a cada ano, o FNDE também compra livros adicionais para complementar os quantitativos das escolas que tiveram incremento no número de alunos ou das escolas novas.
Além de adquirir livros didáticos em quantidade suficiente para atender todos os alunos da rede pública de educação básica, o FNDE ainda compra 3% de reserva técnica, para garantir o atendimento de remanejamentos e erros de estimativa.
Alternância- em face do prazo de três anos de utilização dos livros, as compras integrais para alunos de cada nível (ensino fundamental e ensino médio) ocorrem em exercícios alternados. Nos intervalos das compras integrais, são feitas reposições, por extravios ou perdas, e complementações, por acréscimo de matrículas. Já os livros da 1ª série são adquiridos anualmente.

Cronograma de atendimento do PNLD

Entrega - Os livros chegam às escolas entre outubro e o início do ano letivo, o prazo para entrega aos destinatários é de 30 dias a partir da data da postagem. Toda a entrega é feita pelos Correios, na modalidade AR (Aviso de Recebimento). Paralelo ao trabalho de distribuição, o FNDE/MEC envia uma carta, de cor azul, com orientações para o recebimento e conferência das encomendas.
No caso de falta ou sobra de livros, as escolas podem recorrer ao Sistema de Controle de Remanejamento e Reserva Técnica - Siscort, disponível no sítio do FNDE na Internet, ou às Secretarias Regionais de Educação, para verificar a disponibilidade dos acervos nas escolas mais próximas.
Obs.: também é possível acompanhar a distribuição pelo sítio do FNDE na Internet, desde a postagem até a entrega

17.6.10

Escola é...

16.6.10

Gaiolas e asas... (de Rubem Alves)

Os pensamentos me chegam de forma inesperada, sob a forma de aforismos. Fico feliz porque sei que Lichtenberg, William Blake e Nietzsche frequentemente eram também atacados por eles. Digo “atacados“ porque eles surgem repentinamente, sem preparo, com a força de um raio. Aforismos são visões: fazem ver, sem explicar. Pois ontem, de repente, esse aforismo me atacou: “Há escolas que são gaiolas. Há escolas que são asas“.

Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o vôo.

Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são os pássaros em vôo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o vôo, isso elas não podem fazer, porque o vôo já nasce dentro dos pássaros. O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado.

Esse simples aforismo nasceu de um sofrimento: sofri conversando com professoras de segundo grau, em escolas de periferia. O que elas contam são relatos de horror e medo. Balbúrdia, gritaria, desrespeito, ofensas, ameaças... E elas, timidamente, pedindo silêncio, tentando fazer as coisas que a burocracia determina que sejam feitas, dar o programa, fazer avaliações... Ouvindo os seus relatos vi uma jaula cheia de tigres famintos, dentes arreganhados, garras à mostra - e a domadoras com seus chicotes, fazendo ameaças fracas demais para a força dos tigres... Sentir alegria ao sair da casa para ir para escola? Ter prazer em ensinar? Amar os alunos? O seu sonho é livrar-se de tudo aquilo. Mas não podem. A porta de ferro que fecha os tigres é a mesma porta que as fecha junto com os tigres.

Nos tempos da minha infância eu tinha um prazer cruel: pegar passarinhos. Fazia minhas próprias arapucas, punha fubá dentro e ficava escondido, esperando... O pobre passarinho vinha, atraído pelo fubá. Ia comendo, entrava na arapuca, pisava no poleiro – e era uma vez um passarinho voante. Cuidadosamente eu enfiava a mão na arapuca, pegava o passarinho e o colocava dentro de uma gaiola. O pássaro se lançava furiosamente contra os arames, batia as asas, crispava as garras, enfiava o bico entre nos vãos, na inútil tentativa de ganhar de novo o espaço, ficava ensanguetado... Sempre me lembro com tristeza da minha crueldade infantil.

Violento, o pássaro que luta contra os arames da gaiola? Ou violenta será a imóvel gaiola que o prende? Violentos, os adolescentes de periferia? Ou serão as escolas que são violentas? As escolas serão gaiolas?

Me falarão sobre a necessidade das escolas dizendo que os adolescentes de periferia precisam ser educados para melhorarem de vida. De acordo. É preciso que os adolescentes, é preciso que todos tenham uma boa educação. Uma boa educação abre os caminhos de uma vida melhor.


Mas, eu pergunto: Nossas escolas estão dando uma boa educação? O que é uma boa educação?

O que os burocratas pressupõe sem pensar é que os alunos ganham uma boa educação se aprendem os conteúdos dos programas oficiais. E para se testar a qualidade da educação se criam mecanismos, provas, avaliações, acrescidos dos novos exames elaborados pelo Ministério da Educação.

Mas será mesmo? Será que a aprendizagem dos programas oficiais se identifica com o ideal de uma boa educação? Você sabe o que é “dígrafo“? E os usos da partícula “se“? E o nome das enzimas que entram na digestão? E o sujeito da frase “Ouviram do Ipiranga as margens plácidas de um povo heróico o brado retumbante“? Qual a utilidade da palavra “mesóclise“? Pobres professoras, também engaioladas... São obrigadas a ensinar o que os programas mandam, sabendo que é inútil. Isso é hábito velho das escolas. Bruno Bettelheim relata sua experiência com as escolas: “fui forçado (!) a estudar o que os professores haviam decidido que eu deveria aprender – e aprender à sua maneira..."

O sujeito da educação é o corpo porque é nele que está a vida. É o corpo que quer aprender para poder viver. É ele que dá as ordens. A inteligência é um instrumento do corpo cuja função é ajudá-lo a viver. Nietzsche dizia que ela, a inteligência, era “ferramenta“ e “brinquedo“ do corpo. Nisso se resume o programa educacional do corpo: aprender “ferramentas“, aprender “brinquedos“. “Ferramentas“ são conhecimentos que nos permitem resolver os problemas vitais do dia a dia. “Brinquedos“ são todas aquelas coisas que, não tendo nenhuma utilidade como ferramentas, dão prazer e alegria à alma. No momento em que escrevo estou ouvindo o coral da 9ª sinfonia. Não é ferramenta. Não serve para nada. Mas enche a minha alma de felicidade. Nessas duas palavras, ferramentas e brinquedos, está o resumo educação.

Ferramentas e brinquedos não são gaiolas. São asas. Ferramentas me permitem voar pelos caminhos do mundo. Brinquedos me permitem voar pelos caminhos da alma. Quem está aprendendo ferramentas e brinquedos está aprendendo liberdade, não fica violento. Fica alegre, vendo as asas crescer... Assim todo professor, ao ensinar, teria que perguntar: “Isso que vou ensinar, é ferramenta? É brinquedo?“ Se não for é melhor deixar de lado.

As estatísticas oficiais anunciam o aumento das escolas e o aumento dos alunos matriculados. Esses dados não me dizem nada. Não me dizem se são gaiolas ou asas. Mas eu sei que há professores que amam o vôo dos seus alunos. Há esperança...



(Folha de S. Paulo, Tendências e debates, 05/12/2001.)



Assistam este vídeo com a filosofia de "educar" de Rubem Alves...







Maravilhoso não é? Educação é isto... Liberdade de pensar e agir com consciência e responsabilidade, construídos em um ambiente de respeito mútuo e felicidade. O professor "facilitador" e o aluno "aprendiz-professor". A educação para "ver" a vida e proporcionar ao educando a arte de "ser feliz". O professor precisa ajudá-lo a perceber a importância deste mistério... Podemos chegar lá!

15.6.10

Colóquio do PROEJA II

A escola IMEAM recebeu na noite do dia 14/06 alunos do Flávio Simões, Ubaldo Dantas e de outras que atendem aos jovens e adultos do PROEJA II, para mais um encontro na forma de colóquio.

Os trabalhos iniciaram com uma palestra do representante do SAC de Ilhéus e prosseguiram com várias oficinas.
As oficinas, com temáticas como: relações humanas, liderança, qualificação profissional, marketing pessoal e orientação vocacional foram aplicadas por alunos do curso de Direito da FTC.

Como os colóquios anteriores, esse momento foi mais um trabalho da Assessoria do PROEJA, na pessoa de Keyla e suas articuladoras.
Estão de parabéns e ficamos no aguardo de um novo encontro.

Praça Camacan foi palco para concurso de quadrilha junina

A praça Camacan foi palco de um dos mais animados e tradicionais eventos para essa época do ano, em Itabuna: o concurso de quadrilha junina, que reuniu alunos e professores de oito escolas da rede municipal de ensino. A programação integrou o projeto Itabuna Amada 100 Anos de História. O projeto representa uma das etapas do Programa Pátria Amada, elaborado e desenvolvido pela Secretaria Municipal de Educação.



O concurso entra em sua oitava edição e o tema deste ano é o centenário de Itabuna. Segundo o secretário de Educação, Gustavo Lisboa, as escolas trabalharam todo o semestre deste ano, na preparação do programa que inclui a jornada pedagógica, as modalidades e o tema, “Itabuna Amada 100 Anos de História”. Parte da cultura de Itabuna foi apresentada na praça.



As escolas participantes recebem camisas da Seleção Brasileira, e a vencedora do concurso receberá R$500,00 para ajudar na festa junina, a ser realizada no dia de São João entre alunos e professores.



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SAGCS/PMI Texto: Rosi Barreto - Reportagem: Paulo Leonardo - Fotos: Vinicius Borges –

14.6.10

Pensamento do Dia

           Nunca desanime!
Aprenda a começar e a recomeçar.
Talvez chegue ao fim da luta cheio de
           cicatrizes, mas
estas se transformarão em luzes diante do
           aprendizado
    que Deus está te passando.

    Tenha uma Semana Feliz

Ilhéus sedia Congresso de Educação do Sul da Bahia

Já estão abertas as inscrições para o Congresso de Educação do Sul da Bahia, organizado por Ana Nery Empreendimentos Culturais e Exemplo Empreendimentos Culturais. O evento ocorrerá nos dias 9 e 10 de Julho, no Centro de Convenções em Ilhéus e pretende reunir profissionais da educação, pais, estudantes, psicólogos e psicanalistas de várias cidades nordestinas. O objetivo principal do congresso é compartilhar experiências na área de ensino contribuindo para a formação continuada de professores da região, trazendo momentos de reflexão e troca de experiências.

Através das diversas atividades serão abordados temas ligados a educação, especialmente nas questões inerentes a parceria Família e Escola no contexto da prática pedagógica.


Atividades e Público Alvo a) Palestras: Temática de interesse geral para educadores, pais e estudantes de graduação em educação.

b) Conferências e Minicursos: Atividade com temas específicos voltados para profissionais da educação, especialmente professores e coordenadores.

c) Feira Cultural: Espaço para instituições públicas e privadas divulgarem produtos, serviços e projetos. Atividade para gestores e público geral.

O congresso será realizado nos dias 09 e 10 de julho, na cidade de Ilhéus e irá reunir centenas de educadores da região nordeste em torno das atividades do evento.

Augusto Cury, Max Haetinger, Hamilton Werneck, Edileide Castro e outros, irão ministrar palestras com temas de interesse e repercussão para profissionais da educação, pais, estudantes e demais interessados.

Para outras informações acesse: http://www.congressoilheus.com.br/

Forró do servidor em Itabuna

A União dos Servidores Municipais de Itabuna (Usemi), em parceria com a Secretaria Municipal de Administração, realiza nesta sexta-feira (18), o Forró do Servidor 2010.


A festa começa às 18 horas, tendo como atrações as bandas Mega Beat, Rock Rio, James, Chamego Amais, além dos cantores Ely Marques, Barbara & Cia, Ítalo Cigano e Rayrone Camargo.

13.6.10

Como tornar a reunião de pais um sucesso

ENTREVISTA
DIRECIONAL ESCOLAS – Por onde o educador deve começar ao organizar a reunião de pais de sua escola?


CARMEN SILVIA PENHA GALLUZZI – O importante é ter bem claro qual o objetivo da reunião. Eu sugiro uma reunião anterior ao início do ano letivo para que os pais conheçam os professores antes dos próprios filhos. A adaptação diz respeito a todos os envolvidos no processo escolar, não só a crianças e adolescentes. Essa reunião tem como objetivo passar assuntos gerais. Funciona como um acolhimento das famílias, explicando quais são os objetivos da escola, como cada série trabalha e como os pais podem ajudar seus filhos. É como um contrato. Indico receber os pais com uma dinâmica ou com um texto. A acolhida, quanto mais preparada e sincera, será melhor para que os pais percebam o ambiente onde seus filhos vão estudar. Já uma reunião de primeiro bimestre ou primeiro trimestre é mais voltada para questões pedagógicas, porque os filhos já tiveram uma caminhada na escola e os pais anseiam por esse retorno de como eles estão pedagogicamente. Se é uma reunião do segundo trimestre, quando já não existe uma expectativa tão grande em relação às notas, porque isso foi tratado na primeira reunião, pode-se fazer um encontro voltado para algum tema específico. A escola pode decidir ou pedir que as famílias decidam o tema.

Dê alguns exemplos de como esses temas podem ser desenvolvidos.

São reuniões temáticas desvinculadas das reuniões pedagógicas. Essa proposta deve ser adaptada à filosofia da escola. Alguns temas que podem ser abordados são: limites, auto-estima, orientação sexual, orientação vocacional, estresse infantil, até temas da atualidade, como dengue ou violência. Temas específicos para cada faixa etária são muito bem recebidos. Por exemplo, no primeiro trimestre, para o Ensino Fundamental I, pode-se tratar de orientação de estudos. Uma idéia é fazer um inventário de interesses com a criança na sala de aula. Quando os pais chegarem à reunião responderão a algumas questões e depois vão confrontar com o que o seu filho respondeu. Isso é uma motivação inicial para os pais, que perceberão o quanto estão acompanhando seu filho, o quanto conhecem a proposta pedagógica da escola.

Os pais têm receio de serem expostos no grupo?

É claro. O rendimento do seu filho não interessa para outra família. Por isso é preciso fazer um atendimento individual antes e convidar esses pais para uma reunião geral. Todos os casos que possam apresentar algum tipo de dificuldade na reunião geral, por exemplo, se a criança apresenta alguma queixa em relação à aprendizagem ou de relacionamento com os colegas, devem ser tratados individualmente com os pais. Nosso objetivo é chegar ao aluno. Quando falamos da reunião de pais, é porque eu quero ter essa família próxima da escola. Se família e escola estiverem juntas durante o processo os resultados serão mais satisfatórios em relação ao aluno. A escola deixa de ser ameaçadora para essa família. Cito o caso da OEMAR: na primeira reunião do ano, para Ensino Fundamental I, tivemos em média 77% de presença dos pais, em reuniões durante a semana, de manhã e à tarde.

O fato de marcar antecipadamente reuniões individuais pode acarretar um efeito inverso e fazer com que os pais não compareçam à reunião de grupo?

Não é o que eu tenho observado. A escola chama os pais individualmente desde fevereiro, enquanto a reunião de grupo é em maio, por exemplo. Aliás, para o atendimento individual os pais recebem uma convocação, enquanto para a reunião é um convite, o que é bem diferente. No convite da reunião geral deve ser deixado claro que serão tratados assuntos do grupo, diretamente com a professora. Os pais têm muita curiosidade em saber como o filho é em relação ao grupo e como o grupo é em relação ao filho. É importante saber que outros pais têm as mesmas preocupações e vivem as mesmas ansiedades, da mesma faixa etária. A realidade tem me mostrado que o fato de tratar individualmente questões da criança deixa os pais mais seguros e tranqüilos para estar na reunião geral. O pai sabe que lá isso não será abordado e a reunião deixa de ser ameaçadora.

Qual a freqüência ideal para as reuniões?

Atualmente, três reuniões gerais durante o ano são suficientes, deixando espaço aberto para atendimentos individuais e reuniões temáticas, desvinculadas do pedagógico. O ideal é que as reuniões sejam agendadas no início do ano e façam parte do calendário escolar. O interessante, sempre, é surpreender os pais, quebrando os paradigmas. Deve haver bom senso no uso de tecnologias. Pode-se aproveitar os recursos visuais que a escola possua. E, se não tiver, pode ser preparado um mural, um cartaz. Fazer uma lista de presença é importante para perceber qual a reunião de maior freqüência, enfim, qual a expectativa dos pais.


Pensar no tema, em como abordá-lo, ter a pauta em mãos, conhecer o perfil de pais, marcar horário de início e término. Todos esses aspectos trazem segurança ao encontro.
Mas o principal é definir o objetivo da escola com a reunião e conhecer bem o grupo de pais que será atendido. Numa reunião de quinta a oitava séries, por exemplo, é muito desagradável expor os pais a uma longa espera para serem atendidos individualmente por cada professor. Sugiro em meu livro algumas estratégias, como a distribuição de senhas, que agilizam esse processo, evitando aquelas conversas paralelas entre os pais na fila. A escola pode até se antecipar à ansiedade dos pais, marcando reuniões preventivas, no ano anterior às séries consideradas como de transição, como primeira, quinta e sétima, do Fundamental II, e primeiro ano do Ensino Médio.


Em seu livro, a senhora sugere desvincular a reunião da entrega de notas. Como se dá esse processo?

Mais uma vez eu digo que é preciso amadurecer essa decisão com a equipe da escola. Não adianta só tirar a nota da reunião e não saber o que colocar no lugar. Se o pai vai para a escola só para receber nota, qualquer um pode estar no lugar dele. Ele vai para uma reunião de pais para receber muito mais do que nota. O boletim pode ir com antecedência para casa. Ele comparece à reunião ciente das notas, e sabendo com quais professores ele quer conversar, no caso do Fundamental II. Agora, é preciso adaptar isso a cada escola, avaliar se a freqüência vai cair. Algumas escolas ficam preocupadas se, desvinculando a nota da reunião, diminuirá a presença dos pais. Não é o que as estatísticas que tenho têm me mostrado. Uma reunião só com entrega de notas é que tem baixa freqüência de pais, porque a escola pensa nos pais que não vão e faz uma reunião trivial, e não um encontro para superar expectativas.

Como definir o perfil dos pais atendidos?

Deve-se pensar em absolutamente tudo em relação ao grupo de pais: se trabalham fora, em que horário trabalham, idade dos pais e dos filhos, formação, religião, expectativa deles em relação à escola. Com essas características a escola monta um perfil. É possível ter uma classe onde a maioria das crianças são filhos únicos. Essa característica gera uma diferença no perfil da classe. É importante definir o perfil dos pais para compreendê-los, e até para abordar um tema adequado. Se pretendo fazer a reunião de manhã, mas sei que os horários de trabalho desse grupo não são flexíveis, há o risco de eles não comparecerem.

O tema da reunião deve estar de acordo com a proposta da escola?

Antes até do tema escolhido, a escola deve encontrar a forma de reunião em que ela acredita. Se a escola não estiver preparada para tirar a entrega de notas da reunião, então não deve se sentir obrigada a tirar. Eu devo amadurecer primeiro isso com a equipe. Adaptar a reunião ao jeito de ser da instituição. Dicas de aspectos gerais, porém, são importantes para os pais e independem da proposta da escola. Pensar no tema, em como abordá-lo, ter a pauta em mãos, conhecer o perfil de pais, marcar horário de início e término. Isso tudo vai trazer muita segurança ao encontro. Administrar o tempo é fundamental. Duas horas de duração e, dependendo da reunião, uma hora, já é suficiente. É inviável ir para uma reunião sem saber a que horas ela vai terminar. Por melhor que ela seja, se torna cansativa.

Revista Direcional
Contatos com Carmen Silvia Penha Galluzzi: c.galluzzi@uol.com.br

Como levar a família para a escola

Idéias para colocar em prática

Anote algumas sugestões que costumam atrair a participação dos pais na escola:


Palestras interativas: as pessoas, de forma geral, necessitam trocar experiências e sentir o apoio do outro. Palestras interativas são uma boa oportunidade para os pais perceberem que vivem com seus filhos situações semelhantes à de outros.

Brechó: acontece no início do ano letivo. As famílias doam livros e uniformes semi-novos e recebem senhas. Depois de organizar todo o material doado, com auxílio de funcionários e pais voluntários, a escola abre o brechó. Os pais retornam e trocam suas senhas pelos produtos de seus interesse.

Passeios: visando a interação entre pais, pais e funcionários e pais e coordenação, podem ser organizados passeios a museus, feiras culturais, jantares, chás, peças teatrais, etc.

Eventos na escola: são importantes para que os pais se insiram no mundo dos filhos, a escola. O importante é organizar eventos com qualidade. Olimpíadas esportivas e mostras de talentos (como pai e filha cantando juntos, ou mãe tocando violão com o filho) entusiasmam crianças e adultos. E já que parceria é uma das palavras do momento, que tal dar oportunidade para que pais, das mais diversas áreas profissionais, transmitam e troquem seu saber com os alunos? Palestras de pais falando sobre suas profissões para alunos do ensino médio costumam ser interessantes.

Consultoria: Silvia Bedran, psicóloga e psicopedagoga
Revista Direcional

MEC deve finalizar proposta para Plano Nacional até julho

O Ministério da Educação (MEC) prevê enviar ao Congresso Nacional até julho um documento com as propostas para o novo Plano Nacional de Educação (PNE), que vai nortear políticas públicas para o ensino formal entre 2011 e 2020. Depois da entrega, fica sob responsabilidade da Câmara dos Deputados e do Senado votar a validade de cada proposta e formular o Plano. A expectativa é que ele seja aprovado ainda este ano.
As demandas foram levantadas pela sociedade civil durante a Conferência Nacional de Educação (Conae), que aconteceu entre 28 de março e 1º abril de 2010, em Brasília. As plenárias aprovaram propostas como eleição para diretor escolar, diminuição do número de alunos nas salas de aula e reserva de 50% das vagas de universidades para alunos da rede pública de ensino.
Sobre orçamento, eixo mais polêmico da Conferência, os delegados aprovaram a implantação do custo-aluno qualidade, que determina um investimento nacional mínimo por aluno, e a aplicação de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação até 2011 e 10% até 2014. Também foram aprovadas a Lei de Responsabilidade da Educação, que prevê punir desvios de verba pública para o setor.
“O documento final da Conferência traz diretrizes e reivindicações, mas o Plano deve ser formado por metas. O MEC está reunido para formulá-las e enviá-las ao Congresso, que é quem vai fazer o novo Plano”, afirma o coordenador da Conferência Nacional de Educação (Conae), Francisco Chagas. ”A prioridade é formular metas para garantir a qualidade da educação da creche à pós-graduação”.


Novo Conselho


O novo colegiado do Conselho Nacional de Educação (CNE) tomou posse na última segunda-feira (7/6) e assumiu como uma das prioridades agilizar as tramitações do novo Plano no Ministério da Educação e no Congresso Nacional.
“É preciso terminar o Plano até o fim do ano, devido à troca de governo. Até 31 de dezembro as metas têm que estar aprovadas”, afirma o novo presidente do Conselho, Antonio Carlos Ronca, empossado nesta terça-feira (8/6). “Marcamos uma audiência com o ministro da Educação para os próximos dias para conversarmos sobre a elaboração do Plano. É uma as urgências para Educação”.
Na reforma do Conselho, membros antigos foram reconduzidos ao cargo — entre eles Mozart Neves Ramos, Regina Vinhaes e Maria Izabel Noronha — e novos membros tomaram posse, como Reynaldo Fernandes, Arthur Roquete de Macedo, Gilberto Gonçalves Garcia, Luiz Antônio Constant Rodrigues da Cunha, Paschoal Laércio Armonia e Rita Gomes do Nascimento.
Os novos integrantes do CNE têm mandato de quatro anos, que pode ser estendido por mais dois. Instituições ligadas à área educacional indicam até três nomes para cada câmara. A partir dessa indicação, os membros são escolhidos pelo presidente da República e pelo ministro da Educação. Um dos objetivos do Conselho é buscar alternativas e mecanismos que garantam a participação da sociedade no desenvolvimento, aprimoramento e consolidação de processos educacionais no país.


Sarah Fernandes

sarahfernandes@aprendiz.org.br

direto do Portal Aprendiz

12.6.10

Todas as Copas do Mundo:

Uruguai 1930   Itália 1934   França 1938


Brasil 1950   Suíça 1954   Suécia 1958

Chile 1962   Inglaterra 1966   México 1970


Alemanha Ocidental 1974   Argentina 1978


Espanha 1982   México 1986   Itália 1990


Estados Unidos 1994   França 1998


Coreia do Sul e Japão 2002   Alemanha 2006


África do Sul 2010   Brasil 2014

Copa de 2018   Copa de 2022

Jogos do Brasil na Copa de 2010 na África do Sul

Primeira fase:


15/06/2010 - Brasil x Coreia do Norte

Coca-Cola Park, Joanesburgo



20/06/2010 - Brasil x Costa do Marfim

Soccer City Stadium, Joanesburgo



25/06/2010 - Portugal x Brasil

Moses Mabhida Stadium, Durban

Copa do Mundo 2010

A África do Sul é o primeiro país africano a sediar uma Copa do Mundo de futebol. O esporte é uma paixão nacional desde o século 19, quando os primeiros clubes foram fundados no país.

De 11 de junho a 11 de julho de 2010, a África do Sul será o palco de um dos maiores eventos do Planeta. Os jogos serão distribuídos em oito províncias e nove cidades. Mais de meio milhão de visitantes são esperados no país. Bilhões de espectadores verão os jogos pela TV.

 

 
Nelson Mandela Bay Multipurpose Stadium construído especialmente para a Copa do Mundo 2010, na África do Sul. Fica nas margens do lago North End, em Port Elizabeth. O estádio tem capacidade para 48 mil espectadores e altura de cerca de 40m. São seis níveis de arquibancada no lado leste e cinco níveis nos demais lados. Também terá dois telões de 12,7m x 7,2m.
 
Sedes dos Jogos


Pretória

Bloemfontein

Cidade do Cabo

Durban

Johannesburg

Mangaung

Nelspruit

Polokwane

Port Elizabeth

Rustenburg

9.6.10

O que é o Mais Educação

O Programa Mais Educação, criado pela Portaria Interministerial nº 17/2007, aumenta a oferta educativa nas escolas públicas por meio de atividades optativas que foram agrupadas em macrocampos como acompanhamento pedagógico, meio ambiente, esporte e lazer, direitos humanos, cultura e artes, cultura digital, prevenção e promoção da saúde, “educomunicação”, educação científica e educação econômica.


A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD/MEC), em parceria com a Secretaria de Educação Básica (SEB/MEC) e com as Secretarias Estaduais e Municipais de Educação. Sua operacionalização é feita por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

O programa visa fomentar atividades para melhorar o ambiente escolar, tendo como base estudos desenvolvidos pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), utilizando os resultados da Prova Brasil de 2005. Nesses estudos destacou-se o uso do “Índice de Efeito Escola – IEE”, indicador do impacto que a escola pode ter na vida e no aprendizado do estudante, cruzando-se informações socioeconômicas do município no qual a escola está localizada.

8.6.10

Gestores escolares debatem o Programa Mais Educação

A Secretaria da Educação (SEC) de Itabuna reuniu na manhã desta terça-feira (8) gestores escolares para debater questões relacionadas ao Programa Mais Educação, que começa a ser implantado em nossa escola e em mais 24 unidades da Rede Municipal de Ensino, a partir do 2º semestre letivo deste ano.

O encontro foi marcado pela assinatura da Portaria nº 011/2010 da SEC, que cria o Comitê Estratégico de Acompanhamento e Monitoramento do Programa Mais Educação em Itabuna. A comissão é formada por dez segmentos da sociedade civil organizada, de governo e conselhos municipais, que ficarão encarregados de planejar sistematicamente, acompanhar as ações de implantação e de monitoramento do Programa nas escolas municipais.

Ao assinar a Portaria, o secretário da Educação, Gustavo Joaquim Lisboa, enfatizou que a criação do Comitê Gestor é um passo importante para a concretização do Mais Educação no âmbito da rede municipal. Ele observou que, além de dá apoio e colaborar na execução das ações do Programa, o Comitê irá produzir periodicamente diagnósticos e sistematizar resultados obtidos para publicação anual.


“É preciso compreender o Mais Educação como uma proposta que ajudará a melhorar o desenvolvimento intelectual do educando e, consequentemente, a sua capacidade de aprendizagem”, argumentou. Lisboa lembrou que Itabuna já vive uma experiência de educação integral implantada no Imeam. Ele disse ainda que o Programa irá melhorar a interação entre a escola e a comunidade.

Criado e coordenado pela Secretaria de Educação Continuada do Ministério da Educação, o Programa Mais Educação visa aumentar a oferta educativa nas escolas públicas por meio de atividades optativas, como acompanhamento pedagógico, meio ambiente, esporte e lazer, direitos humanos, cultura e artes, cultura digital, prevenção e promoção da saúde, educomunicação, educação científica e educação econômica.



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Direto do site da PMI- Texto: Erivaldo Bomfim - Foto: Pedro Augusto

5.6.10

DEFICIÊNCIAS

Mario Quintana


"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.

Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.

"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.


"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.

"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.

"Diabético" é quem não consegue ser doce.

"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.

E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:

"Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus."A amizade é um amor que nunca morre."


Um final de semana de muita paz!

A Princesa Encantada de Jericoacoara

Na cidade de Jericoacoara, no Ceará, diz a lenda que, debaixo do morro do farol local, existe uma linda princesa encantada, morando numa gruta, cheia de riquezas. Só se desencantará se alguém for sacrificado. A Princesa está transformada numa serpente, com a cabeça e os pés femininos. Faz-se uma cruz com o sangue humano no dorso da cobra. E ela voltará a forma humana para sempre.



Perto da praia, quando a maré está baixa, há uma furna onde só se pode entrar agachado. Esta furna de fato existe. Só se pode entrar pela boca da caverna, mas não se pode percorrê-la, porque, está bloqueada por um enorme portão de ferro.

A cidade encantada e a princesa estariam além daquele portão. A encantadora princesa está transformada, por magia, numa serpente de escamas de ouro, só tendo a cabeça e os pés de mulher.

De acordo com a lenda, ela só pode ser desencantada com sangue humano. Assim, no dia em que alguém for sacrificado junto do portão, abrir-se-á a entrada para um reino maravilhoso. Com o sangue será feita uma cruz no dorso da serpente, e então surgirá a princesa com toda sua beleza, cercada de tesouros inimagináveis, e a cidade com suas torres douradas, finalmente poderá ser vista. Então, o felizardo responsável pelo desencantamento, poderá casar com a princesa cuja beleza é sem igual nesse mundo.

Mas, como até hoje não apareceu ninguém disposto a quebrar esse encanto, a princesa, metade mulher, metade serpente, com seus tesouros e sua cidade encantada, continuam na gruta a espera desse "heroí".

Essas princesas-serpentinas são comuns no folclore nortista. Mário Melo fala da furna da Serra Talhada, em Vila Bela, Pernambuco, morada duma princesa, semelhante a esta.[1]

Princesas tornadas serpentes são vestígios do ciclo das Mouras na penísula ibérica. Em Portugal quase a totalidade das Mouras Encantadas vive sob a forma de serpentes. Nas noites de São João ou Natal, antes da meia-noite, voltam à forma humana, tornadas mulheres lindas, cantam, penteando-se com pentes de ouro. Ao seu lado pode-se ver a pele de serpente à espera do corpo para a continuação da maldição. O ferimento, mesmo diminuto, bastando apenas que derrame sangue, quebra o encanto. Aqui a lenda se assemelha com o mito da Cobra Norato, do Pará.


Informações Complementares:

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Nomes comuns: Cidade encantada de Jericoacoara, A Princesa encantada do mesmo nome, O Reino Encantado, O Reino de Pedra Bonita.

Origem Provável: A tradição de Jericoacoara é legitimamente portuguesa e a princesa enfeitiçada é uma "moura", esquecida em seu castelo obscuro, guardando ouro, joias, pedrarias, barras de prata, montões de moedas, para o heroi audacioso que resolva lhe "quebrar" o encanto. Em toda a Europa e Ásia, existem relatos muito antigos de vários povos que falam de cidades encantadas, onde moram reis e princesas, outras vezes raças de inteligência superior.

Vinda da Europa, pelos espanhóis, havia a lenda que falava de um lugar maravilhoso que poderia estar oculto nas florestas virgens da América do Sul, onde as pessoas viviam eternamente. Se alimentariam da água da Fonte da Juventude eterna. Também os espanhóis acreditavam existir uma fenomenal cidade subterrânea com tesouros fabulosos, nas montanhas dos Andes, seu nome seria Cibola.

No estado de Pernambuco, na cidade de Serra Talhada, antiga Vila Bela, existe uma lenda parecida que também fala de uma gruta encantada onde mora uma princesa serpente. Outros afirmam que esta gruta, seria na verdade o Reino de Pedra Bonita, que ficava no sítio de Pedra Bonita, na mesma cidade, e onde viveu um povo muito místico e cruel.

Conta a lenda que para manter o reino encantado e oculto das vistas de curiosos, os habitantes locais sacrificavam crianças cujo sangue puro, mantinha sua invisibilidade. Se isto não fosse feito, o reino se desencataria e se tornaria visível. Naquele reino existiria uma fabulosa mina encantada de diamantes.

A Serpente, o animal sem idade, o animal sábio, é a forma preferida pela alta e velha magia árabe. As tradições orientais estão repletas de rainhas e princesas que vivem como grandes cobras, sujeitas a uma penitência cujo fim depende dum gesto humano e cavalheiresco.

Toda Europa conhece a tradição de Melusina, a fada amorosa da casa dos Lusignan. Filha da fada Pressina, Melusina se tornava serpente todos os sábados. Durante uma caçada, Raimondin, filho do conde de Forez, encontrou-a numa floresta do Poitou. Apaixonaram-se e se casaram. Melusina construiu milagrosamente o castelo de Lusignan. Viviam amorosamente. Nasceram oito filhos, fortes e belos mas portadores de anomalias.

Vriam, o primogênito, tinha a face mais larga do que longa e um olho era vermelho e o outro azul. Odon, o segundo, possuía orelhas enormes. Guion, o terceiro, apresentava os olhos colocados desigualmente. A face do quarto filho, Antônio, era marcada por uma garra de leão. Renault, o quinto, parecia um Ciclops, com seu único olho mas enxergava numa distância de vinte e uma léguas. Godofredo, o sexto, orgulhava-se de ter apenas um dente que lhe saía da boca mais de uma polegada. O sétimo tinha um nariz peludo como se fosse uma toupeira. O oitavo, não se sabe o nome, se tornou monge. Este possuía três olhos.

Melusina fizera o marido jurar que não a procuraria ver durante os sábados. Anos depois, tomado pela curiosidade, o fidalgo abriu um furo com a espada na porta do aposento onde a esposa se banhava. Viu-a como uma enorme e horrenda serpente. Gemendo de dor, Melusina desapareceu por uma janela. Nunca mais o marido tornou a vê-la. Fiel ao seu amor, cada vez que o castelo de Lusignan mudava de senhor, ou um dos chefes da família ia morrer, Melusina aparecia no alto das torres do castelo, chorando. Três dias depois voltava para anunciar a visita do anjo da morte.

Vê-se claramente, pelo exposto, porque a princesa de Jericoacoara ainda espera pelo seu Salvador, um homem sem medo e sem mácula, armado apenas de coragem e transbordando de amor.


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Notas:

[1] Lendas Pernambucanas, Revista do Instituto Arqueológico Pernambucano, volume XXIX, p. 34, Pernambuco, 1930.

Letra do Hino Vencedor

[ 1 ] - Hino de Itabuna


I

Lá na mata, o ouro fruto,

O seu brilho atraiu

Homens bravos, corajosos,

A natureza... O desafio!

Com o machado, o homem na mata

Ressoa o grito voraz da vitória!

Tabocas!Tabocas!Tabocas...

Itabuna tu és agora!



Refrão:

Na madeira, o machado taboca!

E a vila de Ferradas vem surgindo!

O fruto ouro nos olhos, na alma!

Do Cachoeira, a cidade se expandindo!

Amada cidade grapiúna,

Sua glória; sua história

São orgulhos ao coração!



II

Com muralhas, em seu rio,

Grande espelho se formou!

Pedra preta refletindo

Sua gente, seu progresso, seu valor!

Nas praças, seus contos na memória!

Os compêndios enaltecem sua história!

Amada cidade grapiúna:

Itabuna tu és agora!



III

Hoje és linda, hoje és forte!

Sua fauna é conhecida!

Há riquezas nessa terra!

Nessa flora mãe amiga!

No comércio, na indústria... Sua força!

Esse aroma de cacau no coração

São braços fortes, que acolhem o seu povo.

Outra terra não há igual!



Obs : Repetir no final do último coro:

Itabuna, sua glória, sua história

São orgulhos ao coração!

Carlos Correia Oliveira vence concurso do Hino de Itabuna

“Lá na mata, o ouro fruto, o seu brilho atraiu homens bravos, corajosos, a natureza... O desafio! Com o machado, o homem na mata ressoa o grito voraz da vitória! Tabocas!Tabocas!Tabocas... Itabuna tu és agora!”. Esta é a primeira estrofe do Hino Oficial da Cidade de Itabuna, composto por Carlos Antonio Correia de Oliveira e que foi escolhido através de votação pública, cujo resultado foi divulgado na manhã desta sexta-feira (4).


Numa rápida e emocionante solenidade realizada no Centro Administrativo Municipal, o resultado do concurso foi divulgado pelo secretário municipal da Educação, Gustavo Joaquim Lisboa. O ato contou com a presença de integrantes da comissão organizadora e da comissão julgadora, responsável pela seleção dos três hinos finalistas, além do vencedor e de representantes dos outros autores das canções.



O Hino vencedor foi eleito com percentual de 39,01% dos 2.443 votos válidos. O segundo colocado ficou com 34,22% do total de votos e o terceiro classificado obteve 26,77%. A diferença entre o primeiro e o segundo colocado foi apenas de 17 votos, cuja composição é de José Vicente Pires. O outro concorrente foi Genésio Ferreira de Sá Júnior. Toda a votação foi através de urna eletrônica, instaladas no Centro Administrativo, no Jequitibá Plaza Shopping/FTC e na Praça Adami.

Ao agradecer o trabalho da comissão julgadora, o secretário Lisboa ressaltou a competência, o comprometimento e a postura democrática dos integrantes. “Temos a certeza de que Itabuna agora tem um Hino que, de fato, representa a grandeza de seu povo”, frisou. Ele adiantou que o Hino Oficial de Itabuna será gravado pela Orquestra Sinfônica da Ufba (Universidade Federal da Bahia) e apresentado oficialmente durante as comemorações dos 100 anos da cidade, no dia 28 de julho próximo.



“Não fui eu quem venceu, mas sim, o povo de Itabuna que terá sua história perpetuada num Hino que, para as futuras gerações será um marco e orgulho”, disse Carlos Correia. Ele revelou que a inspiração para compor o Hino surgiu a partir de uma carta escrita por Natália Fontes, uma criança que expressava seu amor pela cidade. Também falou na solenidade a professora Lourdes Bertol Rocha, da Uesc, e Aldamiro Leôncio da Silva (Sabará), em nome da comissão julgadora.


Texto: Erivaldo Bomfim - Foto: Waldir Gomes
Direto do site da PMI

Corpus Christi

Corpus Christi (expressão latina que significa Corpo de Cristo) é uma festa que celebra a presença real e substancial de Cristo na Eucaristia.




É realizada na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade que, por sua vez, acontece no domingo seguinte ao de Pentecostes. É uma festa de 'preceito', isto é, para os católicos é de comparecimento obrigatório participar da Missa neste dia, na forma estabelecida pela Conferência Episcopal do país respectivo.





A procissão pelas vias públicas, quando é feita, atende a uma recomendação do Código de Direito Canônico (cân. 944) que determina ao Bispo diocesano que a providencie, onde for possível, "para testemunhar publicamente a veneração para com a santíssima Eucaristia, principalmente na solenidade do Corpo e Sangue de Cristo." É recomendado que nestas datas, a não ser por causa grave e urgente, não se ausente da diocese o Bispo (cân. 395).


A Festa no Brasil

Em muitas cidades portuguesas e brasileiras é costume ornamentar as ruas por onde passa a procissão com tapetes de colorido vivo e desenhos de inspiração religiosa. Esta festividade de longa data se constitui uma tradição no Brasil, principalmente nas cidades históricas, que se revestem de práticas antigas e tradicionais e que são embelezadas com decorações de acordo com costumes locais.

Em Pirenópolis, Goiás, é uma tradição os tapetes de serragem colorida e flores do cerrado, cobrindo as ruas por onde passa-se a procissão de Corpus Christi, também efeita-se 5 altares para a adoração do Santíssimo Sacramento, e execução do cântico latino Tamtum Ergo Sacramentum, esta procissão é acompanhada pela Irmandade do Santíssimo Sacramento e pela Orquestra e Coral Nossa Senhora do Rosário. É neste dia que o Imperador do Divino recebe a coroa, para a realização da Festa do Divino de Pirenópolis, do ano seguinte.



Em Castelo, no estado do Espírito Santo, as ruas são decoradas com enormes tapetes coloridos formados por flores, serragem colorida e grãos. Em São Paulo, o município de Matão é famoso por seus tapetes coloridos feitos de vidro moído, serragem e flores que formam uma cruz no centro da cidade. A cidade de Mariana - MG comemora a festa de Corpus Christi enfeitando as ruas com tapetes de serragem e pinturas. Jaguáriúna - SP, Santo André -SP, Santana de Parnaíba - SP, São Joaquim da Barra - SP e Jacobina - BA também seguem o mesmo estilo, as ruas ao redor da matriz são enfeitadas com serragem, raspa de couro, areias coloridas, tudo o que a criatividade proporciona para este dia santo. Em Caieiras - SP a Juventude da Cidade promove com sua criatividade tapetes que se estendem no trajeto da procissão deste solene dia, desde a Igreja Matriz de Santo Antonio até a igreja de São Francisco de Assis, este trabalho dura doze horas e é coroado com a procissão luminosa em torno ao Santíssimo Sacramento.



Em Porto Ferreira - SP, a festa tem como finalidade a partilha, em comunhão com as três paróquias da cidade, é arrecado alimentos que vão servir para os enfeites nas ruas por onde o Santíssimo Sacramento irá passar, e após a solenidade serão doados a famílias que são assistidas por pastorais, como a Pastoral da Criança e Pastoral da Saúde, que realmente necessitem. Esta iniciativa perdura desde 2008.

Plantio de 100 mudas de Pau-Brasil marcam Semana do Meio Ambiente

O plantio de 100 mudas de Pau-Brasil às margens do rio Cachoeira, na tarde da última quarta-feira (2), foi uma das atividades práticas que marcaram a IV Semana do Meio Ambiente, promovida pelo Programa FTC Verde - Faculdade de Tecnologia e Ciências, em parceria com o Conselho Municipal de Meio Ambiente (Comam) e a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente de Itabuna.


As mudas de Pau-Brasil (Caesalpinia echinata Lamespécie), espécie nativa da Mata Atlântica brasileira, foram doadas pela Ceplac. O plantio foi efetivado por técnicos da Prefeitura de Itabuna, estudantes e professores do curso de Engenharia Ambiental da FTC.



O presidente do Comam e coordenador do Programa FTC Verde, professor Antonio Fontes Filho, disse que o plantio de arvores visa beneficiar o meio ambiente. Ele salientou que, mesmo sendo considerada uma iniciativa pequena, se outras instituições adotassem uma atitude semelhante à cidade seria mais bem arborizada.

Este momento é importantíssimo porque estamos investindo na reposição da mata ciliar e, consequentemente, para a despoluição do rio Cachoeira, afirmou Fontes. Para o secretário do Meio Ambiente, Antonio Marcelino Oliveira, o estabelecimento de parcerias visando a solução de problemas ambientais é imprescindível.

O replantio de arvores é significativo para promovermos a sustentabilidade ambiental em nosso município. Neste sentido, o governo municipal está sempre disponível para apoiar ações que dizem respeito ao meio ambiente em Itabuna, frisou. Antonio Marcelinho informou que outras 150 mudas foram plantadas nas margens do rio Cachoeira.



A professora Claudia Souza, que também participou do plantio, disse que é uma evolução muito grande em relação da questão do desenvolvimento sustentável e principalmente para a mata ciliar do rio cachoeira e para a comunidade Itabunense.


Extraído de: Prefeitura Municipal de Itabuna

3.6.10

Alunos do Flávio Simões recebem assistência odontológica

A escola Flávio Simões quer garantir a saúde bucal dos jovens e adolescentes que atende . E para que isso aconteça recebeu hoje, dia 02/06, a visita da Dra. Bárbara, odontóloga, que faz parte de um grupo que vai prestar serviço gratuito às unidades de educação do município.
Além de uma avaliação clínica os alunos, para uma triagem inicial,, a Dra.  também aproveitou para orientar cada uma delas sobre a importância da limpeza diária dos dentes e de como fazer uma boa escovação.

O atendimento é voluntário e está incluído no plano piloto da saúde oral das crianças que após a triagem, serão assistidas gratuitamente, até a idade de 18 anos, segundo explicou a Dra. Bárbara.

Ressaltou a importância da ação, que vai permitir o diagnóstico da arcada dentária das crianças e adolescentes, garantindo com isso a saúde bucal de centenas de crianças que nem sempre têm acesso fácil a serviços especializados.A odontóloga adiantou que a ficha individual de cada aluno servirá para o acompanhamento no tratamento gratuito da dentição. O projeto será desenvolvido em alunos das escolas do municipio.

Rede Municipal de Ensino debate políticas da Educação Ambiental

A Rede Municipal de Ensino de Itabuna deu mais um importante passo visando a Construção das Diretrizes Curriculares da Educação Grapiúna, com a realização, na última terça-feira (dia 1º), do Seminário de Educação Ambiental. O evento aconteceu no auditório da FTC, integrando a IV Semana do Meio Ambiente realizada pela Faculdade.

Promovido pelo Departamento de Educação Básica da Secretaria da Educação (SEC), através da Assessoria Técnico-pedagógica da Educação Ambiental, o Seminário reuniu educadores, ambientalistas e especialistas para, a partir do tema “Política Pública Fundamental para a Construção das Diretrizes Curriculares da Escola Grapiúna”, discutirem e iniciarem a formatação dos eixos estruturantes da Educação Ambiental.

Na abertura do Seminário, o secretário municipal da Educação de Itabuna, professor Gustavo Joaquim Lisboa, destacou que para transformar a realidade atual de desrespeito e agressão à natureza, é necessário a mudança de postura e de comportamento, a partir da prática do aluno, do professor e da comunidade.

“Para construirmos uma sociedade que assegure às futuras gerações a sustentabilidade ambiental, além de discutirmos e definirmos metas, é preciso investirmos em formação, darmos subsídios e os recursos para que o professor faça acontecer a Educação Ambiental no contexto escolar e na comunidade”, pontuou Lisboa.

Vanguarda

O secretário da Educação parabenizou os educadores itabunenses que mais uma vez colocam a Educação Grapiúna em posição de vanguarda, com a Construção das Diretrizes da Educação Ambiental. Gustavo lembrou que desde a Conferência Mundial de Estocolmo, na Suécia, em 1972, um dos grandes impasses na busca da sustentabilidade ambiental é a resistência dos líderes das nações desenvolvidas em não assinar protocolos para a modificação dos modos de produção e de consumo, visando à melhoria da qualidade ambiental do planeta.

A solenidade contou ainda com a participação do secretário municipal da Agricultura e Meio Ambiente, Antonio Marcelino Oliveira, do vereador Claudivane Leite, do diretor-geral da FTC Itabuna, professor Cristiano Lôbo, e da assessora técnico-pedagógica da Educação Ambiental, Viviane Kelly Farias. Após os pronunciamentos, o professor Emerson Antonio Rocha de Lucena (Uesc) proferiu a conferência “Política Pública Fundamental para a Construção das Diretrizes Curriculares da Escola Grapiúna”.

Ao final, os educadores foram inscritos em cinco Grupos de Trabalho (GT’s), onde serão discutidos os temas: Panorama Normativo da Educação e Educação Ambiental do Global ao Local; Saberes Curriculares da Educação Ambiental no Ciclo da Formação Humana; Educação Ambiental e Saúde Ambiental; Educação Ambiental e Sustentabilidade; e Educação Ambiental e Diversidade. A construção das diretrizes acontecerá a partir das reuniões ordinárias dos GT’s, que ocorrerão sempre às primeiras sextas-feiras de cada mês, a partir de julho até o mês de dezembro, na Casa do Educador.

Direto do site da PMI

A origem do Dia das Mães

A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.

O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.

Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República".

Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.

Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.

Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data.

"Não criei o dia das mães para ter lucro"

O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. "Não criei o dia as mães para ter lucro", disse furiosa a um repórter, em 1923. Nesta mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.

Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem freqüentemente o amor que recebem de suas mães. "O amor de uma mãe é diariamente novo", afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todos, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.

Cravos: símbolo da maternidade

Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.

No Brasil

O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.


Texto compilado das seguintes fontes

- Pesquisa de Daniela Bertocchi Seawright para o site Terra,

http://www.terra.com.br/diadasmaes/odia.htm

Fontes / Imagens:

· Norman F. Kendall, Mothers Day, A History of its Founding and its Founder, 1937.

· Main Street Mom

· West Virginia Oficial Site


- O Guia dos Curiosos - Marcelo Duarte. Cia da Letras, S.P., 1995.

- Revista Vtrine - artigo - Abril, S.P., 1999

MAIO - MÊS DAS MÃES

Esta comemoração é sempre muito gostosa para todos os grupos que vivem intensamente os preparativos; singelos, mas cheios de significado e de amor. Foi assim que, no último sábado, dia 29 de maio, os alunos do CAD e do PROEJA II homenagearam as suas mães: cantando, dançando, declamando. E orando.


O pátio, colorido com bolas brancas e vermelhas, espelhava a alegria dos alunos pela homenagem prestada.
Foi aplicada uma dinâmica de relaxamento  pelo Professor Cristovam Crispim, contando com a participação divertida das mães. Houve um Bom Dia com um farto e saboroso café da manhã,  Os dois momentos foram intensos de emoção para as mães, que mais uma vez puderam assistir aos seus filhos tão amados; e para nós, que ficamos imensamente felizes com a participação de tantas mães ao longo da manhã.
Culminando as atividades do dia, um sorteio de brindes e presentes diversos fizeram a alegria de todos os presentes.
A nossa Escola estava  linda com tantas pessoas importantes e queridas!!!!!!!

Parabéns mais uma vez mamães!



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26.5.10

Salas de Recursos Multifuncionais


O Ministério da Educação por intermédio da Secretaria de Educação Especial – SEESP, desenvolve em parceria com os Estados, Municípios e o Distrito Federal, o Programa de Implantação de Salas de Recursos Multifuncionais e o Projeto Livro Acessível para Alunos com Deficiência Visual. Essas ações têm como objetivo a promoção da acessibilidade aos alunos público-alvo da Educação Especial no ensino regular.
Dessa forma, a escola está recebendo laptops disponibilizados pela SEESP para comporem as salas de recursos multifuncionais,  a fim de apoiar a organização da oferta do Atendimento Educacional Especializado – AEE complementar e escolarização nas escolas da rede pública.
 No que se refere aos laptops destinados aos alunos com cegueira, os mesmos são para seu uso individual em sala de aula, e demais atividades educacionais, podendo ser utilizados em domicílio, mediante assinatura de termo de responsabilidade, conforme critério da direção da escola.

 Esses equipamentos se constituem em importantes recursos de acessibilidade necessários para a participação e a aprendizagem dos alunos público-alvo da Educação Especial que promovem o desenvolvimento inclusivo das escolas.

6ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas

A OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA DAS ESCOLAS PÚBLICAS (OBMEP) é um projeto que vem criando um ambiente estimulante para o estudo da Matemática entre alunos e professores de todo o país.

Voltada para a escola pública, seus estudantes e professores, a OBMEP tem o compromisso de afirmar a excelência como valor maior no ensino público. Suas atividades vêm mostrando a importância da Matemática para o futuro dos jovens e para o desenvolvimento do Brasil.

Dentre as realizações da OBMEP destacam-se:
a produção e distribuição de material didático de qualidade, também disponível neste site;

o Estágio dos Professores Premiados, um momento de reconhecimento à competência e dedicação desses profissionais em um ambiente de estudo estimulante e enriquecedor. Realizada nas edições 2005-06-07-08 da OBMEP, a atividade passa por uma reformulação e um novo modelo deverá ser implementado nos próximos anos;

o Programa de Iniciação Científica Jr. (PIC), para os medalhistas da OBMEP estudarem Matemática por 1 ano, com bolsa de estudos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq);

o Programa de Iniciação Científica – Mestrado (PICME), para medalhistas da OBMEP que estejam cursando graduação com bolsas do CNPq (IC) e CAPES (Mestrado);

a Preparação Especial para Competições Internacionais (PECI). Direcionada a aproximadamente 30 medalhistas de ouro selecionados pela excepcionalidade de seus talentos para a matemática, esta atividade visa prepará-los para participação de competições internacionais na área;

a mobilização de Coordenadores Regionais para a realização de atividades como seminários com professores, cerimônias de premiação e encontros com diretores de escolas;

os encontros dos Medalhistas de Ouro da OBMEP, uma semana com muita Matemática e diversão, e uma ótima oportunidade para fazer amigos que também gostam de Matemática;

Com sua primeira edição em 2005, a OBMEP vem crescendo a cada ano – confira em OBMEP em números. Em 2009, mais de 19 milhões de alunos se inscreveram na competição e cerca de 99% dos municípios brasileiros estiveram representados.

Os sucessivos recordes de participação fazem da OBMEP a maior Olimpíada de Matemática do mundo.


Colóquio no Flávio Simões

A Secretaria de Educação, através de um trabalho da assessoria do Departamento de  Educação Básica e convidados, realizou hoje, mais um Colóquio na escola.
Os Colóquios são encontros com grupos de alunos do CAD, em que são oferecidas e trabalhadas diversas oficinas. Entre  as oficinas realizadas na tarde de hoje, destacamos a de sexualidade e a do meio ambiente.
Aconteceu também, um trabalho com profissionais do CEPEI, direcionado a alunos com déficit cognitivo e dificuldade de aprendizagem.
As oficinas são realizadas com a participação do professor regente da sala e tem tido uma excelente aceitação por parte do alunado.
O próximo encontro, ainda a ser agendado, deverá contemplar os alunos do turno matutino, haja vista, o de hoje e o anterior, terem sido realizados no turno vespertino.






25.5.10

NTM- NÚCLEO TECNOLÓGICO MUNICIPAL E O EDUCADOR DA REDE MUNICIPAL

I SEMINÁRIO DE TECNOLOGIAS DA ESCOLA GRAPIÚNA
As Tecnologias da Informação e Comunicação no Contexto da Escola Grapiúna



A tecnologia evoluiu e mudou. Evolua você também, vamos dar uma escola melhor para nossos filhos e netos






Devido à velocidade com que as tecnologias ligadas à informação e comunicação estão tomando espaço em todos os setores da sociedade, se faz necessário e urgente se criar estratégias que mobilize todo o corpo docente da escola Grapiúna a utilizar as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) no processo ensino/aprendizagem.


Com o objetivo de formar e mobilizar o professor a utilizar as novas tecnologias na sala de aula o NTM oferecerá oficinas utilizando os mais diversos recursos a serem utilizados em sala de aula.


As melhores produções serão apresentadas e premiadas na I MOSTRA TECNOLÓGICA DA ESCOLA GRAPIÚNA que acontecerá conjuntamente com o I SEMINÁRIO DE TECNOLOGIAS DA ESCOLA GRAPIÚNA, na SEMANA NACIONAL DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA de 18 a 24 de outubro.

NTM e SEC levando ao professorado acesso e conhecimento tecnológico.

Direto do NTM

Mudando a ótica do professor

Lemos que há planejamento de que até 2010 as escolas públicas brasileiras terão acesso à internet. Também sabemos que professores de todo o país estão sendo capacitados para aprender a mexer com os novos equipamentos laptops, lousa digital, etc.

Depois que tudo estiver funcionando perfeitamente, como serão as aulas?

O professor irá pesquisar o conteúdo na web e disponibilizar para os alunos lerem e depois fará perguntas sobre o assunto nas provas?

Será que o modelo atual de ensino será mantido no qual o professor adota uma postura verticalizada e os alunos continuam com atitude passiva de consumidores de material didático?

Justamente esta ótica é que tem que ser mudada.

O professor que passa a utilizar a web como fonte de aprendizagem deve ter uma atitude horizontalizada no qual respeita e incentiva a produção e autonomia do aluno, a interação entre aluno/professor, professor/aluno e aluno/aluno, deixando cair por terra a massificação quebrando o mito de que todos devem aprender a mesma coisa, no mesmo ritmo e no mesmo processo.

A melhor oportunidade para que ocorra esta mudança está justamente na capacitação do professor para o uso da tecnologia como instrumento de aprendizagem, onde este atua como aluno.

Se ele iniciar este aprendizado como protagonista de suas produções, sem aulas expositivas com manuais, acabará mudando sua maneira de atuar em sala de aula e passará a incentivar o aluno a também produzir, e com isso se libertará da metodologia arcaica, arquivando de vez a reprodução de conteúdos.

Podaríamos o mal pela raiz, afinal uma nova forma de aprendizagem está sendo propiciada com a introdução da web na sala de aula.

O que não podemos permitir que aconteça, e por esta razão não podemos ficar de braços cruzados, é que o professor transponha conteúdos estáticos para o formato digital substituindo o livro didático pela tela do monitor.

O momento de romper com esta prática sem qualquer didática, que na verdade nunca funcionou, é agora. Se perdermos esta oportunidade, a educação continuará a precipitar-se para o abismo da ignorância.

Tanto professor quanto aluno tem que ser protagonista da sua aprendizagem.


Publicado no EducaCamp em 19/06/2008

Formação do Professor

Quando O Professor Estuda O Aluno Aprende Melhor



O Robson Garcia, lá do Caldeirão de Idéias, fez uma sugestão na lista dos Blogs Educativos: a leitura do texto do Professor Pedro Demo, intitulado PROFESSSOR – PROFISSIONAL DA APRENDIZAGEM. Demo aponta uma série de características que evidenciam uma cultura de formação do professor pautada no instrucionismo, qual seja, a que fazem os professores suporem que devam “aprimorar seu jeito de ensinar, não de aprender”. E para o autor, “aprimorar a aprendizagem discente implica aprimorar a aprendizagem docente”.



Identificado como um vício capital, o instrucionismo é caracterizado dentro de uma “tradição reprodutivista escolar, calçada no argumento de autoridade, na disciplina, na transmissão de conhecimento, no currículo como “grade”. O aluno é mantido na condição de objeto de instrução, evitando-se que compareça como autor. Na prática, nem o professor é autor, muito menos o aluno. Faz parte do instrucionismo também a aleivosia de confundir aprendizagem com aula. Embora aula sempre caiba como expediente auxiliar, grande parte das aulas não ultrapassa o argumento de autoridade, esvaindo-se em pretensões disciplinares arcaicas”.



Em tese, o aluno é a figura central na escola, mas o professor é a centralidade da aprendizagem do aluno. Na prática, o aluno aprende como o professor aprende.



Bom, a pergunta que me fiz, no final da leitura do texto, foi: qual é meu jeito de aprender? Tomar consciência do meu jeito aprendiz irá melhorar o aprendizado das minhas alunas? Este é um desafio interessante. Mas como apreender como eu aprendo? Cabe lembrar também que o objeto aqui não é o que eu aprendo, mas como aprendo. Isto já é um bom ponto de partida. Porém, como diz um amigo meu, se estou ensinando história da educação caberia levar para a sala de aula como eu aprendi a fazer bolo? Eu posso estar exagerando, mas isto tem sentido, ou seja, o tema/conteúdo do aprendizado está relacionado ao aprendizado de determinada disciplina. Do contrário estaríamos, todos, apenas aprendendo em como fazer bolos.



Salvos pelo gongo do bom senso, acredito que o acordo é sim ensinar/aprender colaborativamente junto com os(as) alunos(as), respeitando as diferenças de experiências entre professor e corpo discente.



Minha forma de aprender é um tanto quanto eclética. Sou lento nas leituras, preciso anotar, rabiscar os textos para capturar as idéias e dialogar com as mesmas. Na infância, lembro que sentia dificuldade em concordar com a professora de português sobre o que era o tema principal de determinados textos que ela nos passava. Mas isto não acontecia em todos os textos, claro. Hoje entendo que esta dificuldade estava na pouca autonomia que tínhamos na interpretação e no medo de estar fazendo interpretações erradas.



Percebo também que é importante a fonte de informações. Hoje busco informações em citações bibliográficas de livros/artigos que leio; nas listas de discussões on-line que participo; blogs; conversas com colegas de trabalho e outros pesquisadores. Vejo que na universidade, há certa dificuldade ao propor uma disciplina, em eleger o que os alunos devem ler prioritariamente. Quando seleciono um texto significa que outras leituras e entendimentos foram feitos, o que certamente adjetiva a minha compreensão, que será diferente das alunas. Explicitar estes procedimentos não seria um caminho de pensar o como aprendi?



Mas este aprendizado está pronto quando vou para a sala de aula? Não. Ao problematizar textos, sugerir o debate de idéias, outras possibilidades de aprendizado/interpretação são lançadas no jogo. Acredito que ao fazer isto, lanço mão do meu esforço em ter estudado para publicar a aula, mostrando meu próprio percurso. E mais, propondo a produção de textos sobre questões abertas do tema estudado. Faço isto também utilizando este blog como referência para a continuidade da produção intelectual de sala de aula, oportunizando às alunas outro local de debate.

EDUCAÇÃO AMBIENTAL

No sentido de discutir propostas viáveis para a implementação concreta da Educação Ambiental nas Escolas Municipais, realizar-se-à, dia 01 de junho às 14:00 horas no Auditório da faculdade de Tecnologia e Ciências - FTC, o Seminário: Educação Ambiental - Políticas Públicas fundamental para a construção das Diretrizes Curriculares da escola Grapiúna.
A discussão é pertinente e o momento propício. Estaremos lá!

Projeto de Leitura

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