11.5.11

Novo olhar sobre a Matemática

Seguindo o link de indicação para um texto, postado em um comentário no blog, encontrei, no site Beira do Rio, Jornal da Universidade Federal do Pará, a apresentação de uma forma diferenciada de trabalhar conceitos matemáticos. O autor me encantou, porque sou apaixonada pela educação e pelas novas formas de levar a aprendizagem e trabalhar o conteúdo com os alunos. É um trabalho de envolvimento integral. Parabéns professor!



                        Alunos participam e encenam espetáculos propostos pela nova metodologia
           por Paulo Henrique Gadelha /Abril 2011              foto Acervo do Pesquisador

Historicamente, a Matemática foi concebida como uma ciência hermética e desinteressante. É comum escutarmos relatos de experiências traumáticas quando o assunto em questão é o aprendizado da disciplina. Seria possível, então, estudar os conteúdos matemáticos de uma forma alternativa e atraente, tornando-os inteligíveis para os alunos e eficiente para o professor?

Para essa indagação, o professor João Batista do Nascimento, da Faculdade de Matemática do Instituto de Ciências Exatas e Naturais (ICEN) da Universidade Federal do Pará (UFPA), não titubeia em afirmar que sim. A resposta tem respaldo na metodologia criada pelo próprio docente: o uso do teatro na aula de Matemática.

De acordo com o professor, a didática consiste em trabalhar os conceitos dessa área de conhecimento de uma maneira em que os alunos possam assimilar os conteúdos de forma lúdica e prazerosa. “Com o auxílio do teatro, a criança vai perder o medo da Matemática e passar a ter uma nova visão sobre a disciplina, pois a linguagem teatral tem o poder de despertar os nossos sentimentos e emoções. Dessa forma, após vivenciar no palco o que sempre foi considerado enfadonho, o aluno vai ter mais sensibilidade para aplicar a Matemática no seu cotidiano”, afirma o professor João Nascimento.

Com o primeiro resultado prático de sua metodologia, o professor criou, em 2003, o Projeto de Extensão “Atividades de Matemática para 3ª e 4ª séries”, o qual vigorou durante aquele ano na UFPA e contou com a ajuda de quatro alunos que cursavam Licenciatura em Matemática na Universidade, na época. A iniciativa recebeu, ainda, apoio do Clube de Ciências do Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento da Educação Matemática e Científica (NPADC), atualmente Instituto de Educação Matemática e Científica (IEMCI), e da Faculdade de Matemática.

As atividades da iniciativa aconteciam aos sábados no Clube de Ciências. Nesses encontros, crianças do bairro Guamá entravam em contato com a Matemática não só por meio de peças de teatro, mas também por utilização de jogos e outras brincadeiras. Essas dinâmicas, segundo João Nascimento, são eficientes, pois contribuíam para uma melhor fixação dos conteúdos.

Espetáculo conta origem das figuras geométricas

Após essa experiência, o professor pensou em criar um espetáculo teatral que pudesse consolidar o seu trabalho. Então, João Nascimento elaborou a proposta da peça chamada “De ponto em ponto formamos...”, na qual os personagens representam elementos da Geometria Plana. O objetivo era discorrer a respeito dos conceitos básicos desse tópico da Matemática, tudo de forma informal e bem humorada.

A peça era dividida em cinco atos: OH! Sujeito quadrado! (ato 1); Triângulo Amoroso (ato 2); Círculo Vicioso (ato 3); Tem que andar na linha (ato 4); Ponto Finalmente (ato 5). No momento das encenações, os personagens (elementos matemáticos) se apresentavam, explicavam suas funções e peculiaridades contracenando uns com os outros. A proposta foi apresentada em instituições de ensino superior no Pará, adequando o conteúdo à realidade local. No Campus Universitário do Baixo Tocantins (CUBT) da UFPA, em Abaetetuba, isso aconteceu durante a realização da disciplina Fundamentos Teóricos e Metodológicos para o Ensino de Matemática, ministrada pelo professor Aubedir Seixas Costa, que também desenvolveu o trabalho nos municípios de Breves, Tailândia e Concórdia do Pará.

A metodologia foi batizada de “Matemática e Teatro – da construção lúdica à formalização”. A forma alternativa de ensinar Matemática ganhou notoriedade na mídia local, nacional e até internacional, sendo divulgada em Portugal.

Modelo tradicional é deficiente e ultrapassado

Apesar de defender com afinco o seu método, o professor mostra-se cético quanto a possíveis mudanças no modelo tradicional de se ensinar a ciência na rede básica, o qual ele considera extremamente deficiente e ultrapassado. Um problema que não se restringe ao Brasil, “o ensino de Matemática praticado aqui é de péssima qualidade. Essa realidade ultrapassa as fronteiras do País e se estende por toda a América Latina. É premente a necessidade de melhorar o ensino. Não adianta mais o professor apenas se limitar a escrever uma definição no quadro e o aluno copiar. E para atingir a qualificação esperada, o docente precisa buscar novos métodos. Porém não vejo uma movimentação intensa nesse sentido”, declara João Nascimento.

Para o professor, um dos fatores que contribuem para essa realidade é a concepção de que o aluno da rede básica não faz ciência. “Isso é falso. Eles produzem ciência tanto quanto quem está na universidade. Agora, é claro que existe uma diferença na densidade da produção. Isso é natural. Mas a produção do ensino básico não deixa de ser científica por ser menos complexa”, considera.

O próximo desafio de João Nascimento é produzir um livro que contemple todo o histórico da sua metodologia, para auxiliar estudantes e professores. A obra deve conter as dinâmicas envolvendo teatro e também poesia, música e outras vivências. O projeto já tem título “Matemática para Aprender e Ensinar”. Faltam alguns detalhes para a publicação, no entanto o professor já usa o esboço do material para auxiliar alguns colegas que têm interesse no trabalho.

“Não consigo visualizar grandes mudanças. Porém continuo insistindo em relacionar o teatro com a Matemática. Quero que as crianças não se limitem a aplicar o conhecimento em um papel frio de prova, mas possam defender o seu saber com todos os recursos e emoções disponíveis”, finaliza João Nascimento.



Todo que desejar mais informações, material e conhecer outras propostas é só pedir pelo e-mail: jbn@ufpa.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

4.5.11

Poema para o dia das Mães

Para Sempre



Por que Deus permite

que as mães vão-se embora?

Mãe não tem limite,

é tempo sem hora,

luz que não apaga

quando sopra o vento

e chuva desaba,

veludo escondido

na pele enrugada,

água pura, ar puro,

puro pensamento.



Morrer acontece

com o que é breve e passa

sem deixar vestígio.

Mãe, na sua graça,

é eternidade.

Por que Deus se lembra

- mistério profundo -

de tirá-la um dia?

Fosse eu Rei do Mundo,

baixava uma lei:

Mãe não morre nunca,

mãe ficará sempre

junto de seu filho

e ele, velho embora,

será pequenino

feito grão de milho.

Carlos Drummond de Andrade

CNE aprova diretrizes que flexibilizam ensino médio

Cada sistema de ensino ou escola poderá montar disciplinas conforme o interesse da escola, com ênfases variadas

O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou nesta quarta novas diretrizes para o ensino médio. A resolução vai dar liberdade a escolas e sistemas de ensino para que montem a grade curricular mais interessante aos alunos com ênfase em trabalho, ciência e tecnologia e cultura. Emendas serão feitas ao texto original, mas segundo a assessoria do órgão elas apenas esclarecem pontos e não alteram o conteúdo.


A expectativa é que as novas diretrizes criem diversidade de projetos que atraiam os jovens em instituições públicas e privadas. Uma escola pode ter um projeto político pedagógico que enfatiza música, outra física, outra comunicação e o que mais a equipe achar que a comunidade precisa. “Cada escola ou sistema está liberado para dar mais tempo a uma ou outra área sem se prender a cargas horárias. Tem que ensinar matemática, português e outros conteúdos sim, mas pode ser dentro de um projeto sobre o que for melhor para a comunidade, pode ser uma hora ou 200 horas”, explicou o relator da proposta, José Fernandes de Lima. O texto segue agora para homologação do ministro da Educação, Fernando Haddad e deve ser publicado em algumas semanas.

A flexibilização é uma proposta do conselho debatida há 8 meses e que sugere aprendizado por projetos e uma divisão menos rigorosa de disciplinas. Os Estados – responsáveis por 90% das matrículas nesta etapa – já haviam aprovado o projeto apresentado em janeiro. Em São Paulo, o secretário-adjunto, João Cardoso Palma, disse que é “muito favorável” ao agrupamento de disciplinas.

O ensino médio tem os piores indicadores de aprendizado e conclusão da educação brasileira: apenas metade dos matriculados conclui os estudos e 10% aprende o que seria o mínimo adequado segundo as expectativas vigentes.

Aprovadas as diretrizes, novas expectativas de aprendizagem devem ser produzidas menos baseadas em conteúdos muito específicos. Será promovido um debate em todos os Estados para formular quais devem ser as bases mínimas esperadas.

Mais tempo

Um dia antes, a Comissão de Educação do Senado aprovou o projeto de lei aumenta em 20% o tempo de aula anual em todas as etapas, inclusive no ensino médio. As novas diretrizes apoiam esta ampliação e sugerem que parte das horas a mais seja de aulas fora da sala de aula.

Ensino técnico

Na semana passada, um programa de ampliação de vagas em escolas técnicas por meio de financiamento e bolsas, o Pronatec, foi lançado pelo ministro e a presidenta Dilma Rousseff. Apesar de reconhecer a importância do preparo para o mercado de trabalho, educadores questionaram que essa não era a solução para a etapa, que precisava de um currículo mais variado.

Senado aprova carga horária maior para ensinos infantil, fundamental e médio

Projeto de lei que aumenta carga horária mínima de 800 para 960 horas anuais segue para apreciação da Câmara dos Deputados

A Comissão de Educação do Senado aprovou, nesta terça-feira, o projeto de lei do Senado (PLS 388/2007) que aumenta de 800 para 960 horas anuais a carga horária mínima para os ensinos infantil, fundamental e médio. Como foi aprovado em caráter terminativo, a matéria segue, agora, à apreciação da Câmara dos Deputados. Essas 960 horas, pelo projeto, serão distribuídas pelo período de 200 dias do ano letivo, excluindo os dias destinados aos exames finais, quando houver.


Se as 160 horas a mais fossem distribuídas pelos 200 dias letivos obrigatórios, a carga horária diária teria um acréscimo de 48 minutos. No entanto, o texto não determina que o aumento seja diário. Com isso, as escolas podem optar como farão para cumprir a determinação, caso o projeto de lei seja aprovado.

Emenda incluída pelo relator do projeto, deputado Cyro Miranda (PSDB-GO), determinou que as mudanças no calendário escolar só entrarão em vigor dois anos após a publicação da lei no Diário Oficial da União. Ou seja, se a lei for aprovada pelo Senado e sancionada pela presidenta Dilma Rousseff ainda este ano, a nova carga horária só entraria em vigor em 1º de janeiro de 2013.

Também foi aprovado pela comissão, em caráter terminativo, o projeto de lei que aumenta de 75% para 80% a frequência mínima para a aprovação de estudantes no ensino fundamental. A proposta esclarece que, no caso de afastamento do estudante da sala de aula por motivo de saúde, o atestado médico apresentado garantirá o direito de fazer provas em segunda chamada, "mas não abona as faltas que lhe foram imputadas".

O relatório do projeto de lei do Senado destaca a meta do Plano Nacional de Educação (PNE), para o período de 2011 a 2020, de que 50% das escolas de educação básica do País ofereçam o ensino em tempo integral. De acordo com o texto, o projeto “dá um pequeno primeiro passo na direção do tempo integral”.


* Com informações da Agência Brasil

27.4.11

STF define que um terço da jornada dos docentes seja fora da aula

Definição da carga horária dos professores na lei do piso nacional havia sido questionada na Justiça

O Supremo Tribunal Federal (STF) julgou constitucional a reserva de um terço da carga horária de professores para a realização de atividades extraclasse, como planejamento pedagógico. A lei que fixa a carga horária e um piso nacional para os professores foi questionada na Justiça pelos estados do Ceará, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Com a decisão, o professor que cumpre jornada de 40 horas semanais, tem de ficar pelo menos 13 horas em atividades fora da sala de aula.


No início do mês, o Supremo se posicionou a favor do piso salarial da categoria, que deve ser calculado sem contar benefícios, como bônus e gratificação. Na ocasião, os ministros não formaram consenso sobre a questão da carga horária e decidiram esperar o presidente Corte Cezar Peluso.

Nesta quarta, o plenário retomou o julgamento da carga horária do magistério e o ministro Peluso considerou inconstitucional a definição da jornada de trabalho, empatando o placar em 5 votos contra a carga horária e 5 a favor. O ministro José Antonio Dias Toffoli se absteve da votação. Seguindo o voto do ministro relator, Joaquim Barbosa, o plenário decidiu manter o artigo da lei que separa um terço das 40 horas semanais de trabalho para realização de atividades fora da sala de aula, e a Lei do Piso passa a valer na íntegra sem nenhuma altração.

No entanto, como a decisão sobre o horário de trabalho não alcançou o quórum de seis votos, não se aplicam os efeitos vinculantes em relação a esse artigo da legislação, o que significa que a decisão poderá ser questionada novamente, e outros tribunais poderão julgar de outras formas. O debate, inclusive, pode voltar novamente para o STF.

Os cinco estados que questionaram a constitucionalidade da lei 11.738/ 2008 alegam que ela fere o princípio de autonomia das unidades da federação prevista na Constituição. Também argumentam que a lei não leva em consideração o orçamento e a quantidade de trabalhadores de cada unidade da federação. São Paulo tem hoje metade deste tempo para atividades extraclasse.

Entenda a controvérsia

Em 2008, o Congresso aprovou lei que define um piso nacional para os professores e reservava um terço da carga horária de 40 horas para atividades extracurriculares.

No mesmo ano, governadores de Ceará, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul entraram com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4167 questionando a validade da lei aprovada no Congresso.

Uma decisão liminar concedida aos cinco Estados pelo Supremo invalidou o dispositivo que reservava tempo para atividades fora da sala de aula e considerou que o valor pago como piso poderia incluir vantagens, além do salário.

Neste ano, o novo governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), afirmou não ter mais interesse na ADI. Porém, a Justiça impede que um reclamante se desligue oficialmente do processo em andamento.

Em julgamento no início do mês, o STF manteve o pagamento do piso sem considerar benefícios, conforme previsto na lei. Hoje, ele voltou a se posicionar em favor da lei e a fixação da carga horária de 40 horas com reserva de tempo para atividades extra classe.

Naiara Leão, iG Brasília

23.4.11

Música é um de sete novos conteúdos obrigatórios nas escolas

Conselheiros Nacionais de Educação dizem que só transversalidade das disciplinas permitirá introduzi-los




Nos últimos quatro anos foram acrescentados ao currículo da educação básica mais sete conteúdos obrigatórios. Em 2007, uma lei introduziu direitos das crianças e dos adolescentes. Em seguida, em 2008, entrou história e cultura afro-brasileira e indígena. Logo depois, vieram filosofia e sociologia – estas como disciplinas para o ensino médio – e, ainda naquele ano, música. Em 2010, uma emenda somou artes regionais e um decreto estabeleceu educação financeira.

Para cada novo componente foi dado um prazo de adaptação válido para escolas públicas e privadas. A obrigatoriedade do ensino de música começa no próximo mês de agosto, mas o Ministério da Educação (MEC) criou apenas este mês um Grupo de Trabalho para estabelecer a metodologia de implantação do conteúdo. Enquanto isso, algumas redes contrataram profissionais, outras investiram em projetos fora do horário de aula e a maioria ainda não se adaptou.

Pela lei, não é necessária uma disciplina para música, mas apenas a introdução de conteúdos. Dessa forma, diferentes professores poderiam introduzi-la dentro ou fora do horário de aula.

Liane Hentschke, professora de educação musical da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – instituição que é referência na área no País – defende que o mínimo seja um educador com formação específica e equipamentos musicais. “Dá para começar com o laboratório de informática e trabalhar softwares musicais com os quais as crianças já estão habituadas fora da escola, mas é importante ter um professor com consciência dos objetivos e que saiba introduzir outras músicas” afirma, acrescentando que depois de alguns meses também será necessário apresentar instrumentos.

“É preciso ter pelo menos aparelho de som, DVD, televisão, instrumentos de percussão, de corda, tambores e chocalhos. Para usar a voz, é preciso um profissional que entenda de canto, não é só cantar”, explica.

Ainda assim, ela defende que a música não ocuparia o tempo das disciplinas já existentes, pelo contrário, ajudaria a melhorar a compreensão delas. “Contribui para as capacidades de leitura, comunicação, sociabilidade, ouvir o outro, lógica, interpretação e ainda pode ser uma forma de incluir deficientes diversos”, argumenta.

Solução é integrar

A integrante do Conselho Nacional de Educação (CNE), Clélia Brandão, lamenta que o estabelecimento de obrigatoriedade seja traduzido como um imposição de um componente sem conexão com os demais. “A música é fundamental desde a Grécia antiga e queríamos garantir que ela fizesse parte da formação dos jovens, ela agrega e serve para tornar a escola atraente. Agora vemos redes pensando no que dar de forma isolada, por série ou fora do contexto das outras áreas, isso é um modelo falido”, diz.

Queríamos garantir que a música fizesse parte da formação por agregar e tornar a escola atraente. Agora vemos redes pensando no conteúdo de forma isolada, por série ou fora do contexto, isso é um modelo falido"

Para ela, a música deveria integrar turmas diferentes e fazer parte de projetos com conteúdos de várias áreas. “A gente tem sido tradicionalista, tratando o aprendizado como uma série de pedacinhos, isso torna difícil acrescentar algo novo, a sonoridade deveria ajudar a unir e não entrar como outro conteúdo separado”. Ela espera que a equipe formada este ano possa esclarecer este “mal entendido”. “A escola tem que ousar ou estamos perdendo tempo.”

Outro conselheiro, José Fernandes Lima, critica a criação de muitos conteúdos novos. Relator de uma proposta de mudança no ensino médio que daria autonomia às escolas para montar suas grades curriculares, ele diz que os conteúdos devem ser dados de forma integrada e que o próximo passo seria tornar mais difícil a imposição de componentes. “Precisa estabelecer que direitos humanos são conteúdo? E educação a favor da diversidade? São coisas que a escola precisa ensinar pelo exemplo e o tempo todo, casos assim não devem ser colocados como componentes sob o risco de serem tratados apenas na aula específica do assunto.”

22.4.11

Descrição de Jesus Fisicamente - Allan Kardec

9.4.11

Dinâmicas de Páscoa

As datas comemorativas mobilizam as escolas. Por mais que saibamos que não adianta focar o processo ensino-aprendizagem nas comemorações passageiras, sem aprofundar e interligar os conhecimentos, é exatamente o que acontece, pois pais, alunos e professores esperam ansiosos por cada data. Se a escola inova corre o risco de ver mães frustradas, crianças tristes e professores perdidos. Por isso, há necessidade de planejar atividades diferentes e interessantes que possam transformar as festas significativamente.

Pensando nisso, elaborei as atividades a seguir. Espero que gostem e desenvolvam em suas classes, lembrando de adaptar aos interesses, necessidades e faixa etária de seus alunos. Fotografe os resultados e envie para nós, com seu nome completo, estado/cidade, nome da escola e turma que foi desenvolvida. As melhores fotos serão publicadas e concorrerão a um brinde de nosso site. Aceitaremos fotos até o dia 10 de maio de 2011.

As atividades sugeridas abaixo desenvolvem principalmente: a criatividade, a reflexão, a expressão artística, oral e escrita, o raciocínio lógico e a socialização. Ampliam o vocabulário e a visão de mundo. Foram elaboradas para alunos do 1º ciclo do ensino fundamental, podendo ser facilmente adaptadas a alunos menores e maiores.


Tempo previsto de 1 dia inteiro para realizar cada atividade de forma eficaz.

DICAS DE ATIVIDADES


1 - Metades criativas

Material necessário:

Figuras geométricas de cartolinas coloridas divididas ao meio;

Papéis pardo ou 40 kg – uma folha para cada dupla;

Cola e canetas coloridas;

Aparelho de som e CD com músicas de páscoa.

Desenvolvimento:

Num primeiro momento organize uma roda de conversas sobre os símbolos da Páscoa. Registre no mural os conhecimentos prévios dos alunos e suas principais falas, intervindo quando necessário para que nenhum símbolo seja esquecido. Em seguida, proponha a dinâmica das metades. Organize uma nova roda, com todos de pé e de costas. Entregue uma metade de figura para cada aluno e oriente que tocará músicas sobre o tema e que quando a música parar cada um deve encontrar a sua metade, quando a música retornar devem trocar as metades e circular pela sala. Assim faça algumas vezes oportunizando o momento lúdico.

Na última rodada da dinâmica todos devem estar com seus pares, então sugira uma nova proposta: cada dupla colará suas figuras, unindo as metades no cartaz de papel pardo e terá que transformar a figura em um símbolo da páscoa usando canetas coloridas.

Retângulos virarão coelhos, triângulos peixes, círculos ovos ou o que a imaginação das crianças permitir. Incentive-os a ousar e enfeitar seus símbolos.

As duplas completarão os cartazes escrevendo o que sabem sobre o símbolo que escolheram criar e o motivo da escolha.

Exponha os trabalhos no mesmo mural que registrou a conversa inicial.


2 - Criação coletiva

Material necessário:

Sucatas diversas como: CDs velhos, caixas de tamanhos variados, latas, pedaços de isopor, restos de EVA, retalhos de tecido, embalagens plásticas, garrafas pet, etc.

Cartolinas;

Colas e tesouras;

Fitas adesivas;

Canetas coloridas, giz de cera,lápis de cor, tintas e pincéis.

Desenvolvimento:

Divida a turma em grupos e explique que lançará uma situação – problema que será transformada em obras de arte.

Entregue sucatas para cada grupo, procurando não misturar muito, por exemplo: grupo 1 recebe apenas CDs e restos de EVA; grupo 2 garrafa pet e retalhos de tecido; grupo 3 caixas e latas.

A proposta é que cada grupo crie um coelho com as sucatas recebidas. Deixe claro que os grupos não poderão trocar as sucatas, terão que construir sua arte com o que receberam.

Além das sucatas deixe a disposição de todos os grupos as colas, tesouras, fitas adesivas e materiais de pintura.

Com todos os coelhos prontos proponha que os grupos apresentem a sua criação: nomeando-a e contando algo de sua vida. Em seguida, cada coelho deve deixar uma mensagem de páscoa por escrito.

Exponha os coelhos e suas mensagens.


3 - Mensagem da turma

Material necessário:

Folhas de papel Kraft ou pardo coladas formando base de um imenso painel – que deve cobrir uma parede inteira da sala de aula ou do espaço escolhido na escola. Variante: cobrir toda a parede com cortiça.

Sílabas, palavras e letras diversas xerocadas em tamanho de ¼ de ofício.

Revistas velhas, jornais e panfletos que possam ser recortados.

Colas e tesouras.

Desenvolvimento:

A proposta é a criação do imenso painel com uma mensagem de páscoa coerente e original, só com recorte e colagem.

Antes de começar é essencial uma roda de conversa sobre o verdadeiro sentido da páscoa, como seria a páscoa ideal, o que desejamos de bom nessa páscoa.

Os alunos serão livres para escrever e ilustrar o painel desde que obedeçam as regras procurando transmitir o que todos pensam em uma única mensagem. Lance o desafio e surpreenda-se!

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Paty Fonte
Projetos Pedagogicos Dinamicos

10º CONCURSO PÁTRIA AMADA



“Ler é 10”. É com este tema central que o Concurso Pátria Amada da Secretaria de Educação e Cultura (SEC) de Itabuna irá trabalhar neste primeiro semestre ano. O tema faz uma alusão não só à décima edição do projeto, como também representa um incentivo ao estimulo à leitura nas escolas e na comunidade, que integrará as atividades a serem desenvolvidas nas unidades escolares.

A décima edição do Pátria Amada foi lançado no dia 7 de fevereiro, durante abertura da Jornada Pedagógica e será destinado aos professores, coordenadores, alunos da rede municipal, alunos e professores do Projovem Urbano e aos alfabetizandos do Projeto BB Educar – Eu Cidadão.

As inscrições podem ser feitas até o dia 20 de maio, no Departamento de Projetos Integrados na SEC.

Conheça o regulamento do 10ª edição.

Ficha de inscrição

3.4.11

Barulho, traço cultural brasileiro? Por quê?

Barulho, traço cultural brasileiro? Por quê?


Por Mariana Souza



Existem desejos dentro de nós que não se aquietam enquanto não satisfeitos. Tão fortes, não deixam alternativas outras que não a de morrer em vida ao nunca realizá-lo ou a de se matar na tentativa de fazê-lo. Assim tem sido comigo. Perguntam-me a razão de empreender a ‘luta perdida’, esse desejo febril de revoluções dentro de mentes, remoção de idéias perpetradas, sedimentadas, vigorosamente legitimadas... Falsas todas elas. Por isso mesmo empreendo a tal luta, teimosa, ardente... Movida por força maior, mistério oculto, uma idéia fixa de que algo é preciso ser feito. Nem tudo será perdido.


Durante dez anos fui testemunha silenciosa de um progressivo empobrecimento da cidade e do homem.


Cita-se a cidade de Itabuna, nos seus cem anos, uma velha senhora, empobrecida e deselegante. Não ajuda o seu rio, outrora orgulho estético local, hoje fétido, definha a olhos vistos.


“É progressiva, a degeneração!” pensei, com profundo pesar lançando olhar sobre tudo, impotente.


Por que as escolas fracassam, seus alunos não aprendem, não têm disposição para fazê-lo, mas gastam quilos de energias em futilidades, buscas vazias? Que geração é essa, onde vence às largas os anti-heróis? Por que o trabalho árduo, criativo, a luta boa enfim, perde às largas para a procura desenfreada e insaciável de prazer? Ah! Desaparece o bom senso, imediatismo e oportunismo prevalecem! Perde-se miseravelmente a noção do outro, egoísmo e mesquinharias grassam sem forças que os contenham!


Por que tanta tecnologia, metodologias, estratégias, tanta sofisticação e facilitações não dão conta de fazer o cidadão, ao contrário, triunfa a vulgaridade, o corpo leso, anestesiado por muitos vícios?


Por que nada freia o grito deselegante, a agressividade, a criminalidade, o banditismo?


Perguntas, perguntas. Centenas delas... Todas cheias de resposta cômodas. “É efeito dos tempos modernos, do infindável número de escassezes e excessos!” dizem todos, unânimes... Impotentes como eu.


Não há soluções...


Não enquanto todas as respostas estiverem fora do homem...


Enquanto assim for, triunfará o grito, o caos, o nascimento de um novo ser, que de modo algum se chamará cidadão.


Mas, então, empreendo a luta árdua de remover pedras de dentro de mentes, guiada às cegas pelo tal desejo, pela crença de que nalgum dia, nalgum momento o homem se tornará humilde o bastante para compreender que a solução está dentro dele, preciso apenas vencer a si mesmo, deixar de inventar bodes expiatórios para todas as desgraças que lhe caem sobre a cabeça... Preciso tão somente mover-se, ser nobre ao fazê-lo! Entender ainda que por mais que não queira, por mais que se recuse, certas mudanças são necessárias, forçosamente DEVEM acontecer, pressionadas pelo peso do que está em jogo.


O homem humilde e sábio se curva ao que é de imperativo, maior que seus próprios desejos.


Então: BARULHO, traço cultural brasileiro? Por quê? Que razões temos para nos orgulharmos dele? Obsceno, deselegante, irritante, nocivo... Não é tempo de negá-lo já, para bem de nós mesmos?


Não importa o peso de uma identidade, é preciso removê-la quando se torna nociva e vergonhosa. Além de tudo, A VERDADEIRA expressão de felicidade está no sorriso SERENO, não no BARULHO IRRITANTE!


E de há muito o sorriso brasileiro deixou de ser sereno, sumiu a elegância. Fisionomias crispadas, gritos e pobreza em amplos sentidos desfilam pelas ruas. Esse traço, hoje ignóbil graças a pratica patética e bestial dele, deve ser removido pelo que de mais precioso está em jogo: a saúde física, mental e espiritual de todos nós, mutiladas todas por ele, o barulho.


Precisamos nos convencer de que BARULHO É DROGA, a pior de todas, pois facilmente se alastra, numa velocidade surpreendente faz milhares de vítimas! E surdez não é a única doença produzida por ela! (procurar Google: ‘Os efeitos do barulho no cérebro e no comportamento’).


Precisamos aprender a fazer uso devido das tecnologias. Também os comerciantes precisam entender que lucros a preço de saúde é mais que prejuízo, é perigoso!


Possamos ser produtivos e empreendedores, ter salvaguardadas nossas mentes, nossas infindas possibilidades de vida e crescimento... Possamos, enfim, apreciar os fios finos da vida, drasticamente ofuscados pelo massivo e onipresente barulho.


Seremos felizes quando formos capazes de ver nos problemas a nossa conivência, nossa parcela de culpa. De nada adianta cruzar os braços, ou esbravejar encontrando culpados para tudo. Seremos felizes quando formos capazes de remover idéias ultrapassadas, provadas nocivas a olhos vistos. Seremos felizes quando cada qual fizer sua parte e a soma de todas as partes JUNTAS debelarem cada mal que nos atinja. Seremos felizes quando entendermos que todas as soluções estão dentro de nós mesmo, cidadãos comprometidos com a vida, nobres, produtivos e empreendedores.


VOCÊ, adepto do som, por favor, entenda: nossa Campanha não é contra o som, ou contra você. É contra o USO ABUSIVO DELE! Aquelas cargas monstruosas de decibéis que não têm hora nem lugar para acontecer e drasticamente mutilam mentes, inclusive a sua! Nossa campanha é educativa, contra o BARULHO em si mesmo, que fere a todos nós, indistintamente. Pense um minuto... Apenas um exemplinho: você gostaria de ser acordado, altas madrugadas, depois de um dia árduo de trabalho, pelo som estridente e ininterrupto de uma música que você não escolheu, muitas vezes a detesta? Não é isso tortura e agressão? Compreende-se que todos têm o direito de ouvir àquela musica de que gosta. Mas, não é de todos, indistintamente, o direito à saúde que vem do repouso?


Que repouso temos tido nestes últimos anos que vimos crescer em projeção geométrica o número de horrendas e deselegantes caixas de som em todos os estabelecimentos comerciais, casas residenciais, carros, ruas, igrejas, escolas? E os I-pods, celulares...?


O vício devora um número massivo de cidades, empobrece-as em amplos sentidos. Pior: seus cidadão se acostumam com isto.


Respeito a TODOS OS DIREITOS, saúde e paz, eis intenção da Campanha de Utilidade Pública “PARCEIROS DO SILÊNCIO”, nascida na cidade de Itabuna, mas uma campanha de todos, com desejos ardentes de se espalhar por todo o país visto que o barulho já é doença coletiva, calamidade pública que atinge toda a nação.


PARTICIPE! Seja um a mais a fazer prevalecer o bom senso!

do site
http://www.noticiacapital.com.br

19.3.11

Frequência eletrônica chega às escolas públicas

Dados servem para calcular merenda e controlar Bolsa Família. Em Praia Grande (SP), crianças usam digital para confirmar presença


“Se os funcionários da Prefeitura batem o ponto registrando a digital em um aparelho, por que os estudantes não podem marcar a presença em sala de aula do mesmo jeito?” A partir desta pergunta, o coordenador de Inclusão Digital da Secretaria Municipal de Praia Grande (SP), Marcos Pastorello, iniciou um projeto que está revolucionando as escolas da rede municipal.


Na escola Roberto Mario Santini, para alunos do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, as crianças têm 30 minutos para registrar a presença em um aparelho que fica na entrada da sala de aula. Caso não coloquem a digital, uma mensagem é enviada ao celular de seus pais ou responsáveis, informando que o estudante faltou à escola. Ao final do dia e da semana, os pais recebem um relatório completo, com os horários de entrada e saída dos filhos.

Foto: Marina Morena Costa
Professora ajuda aluno do 1º ano do ensino fundamental a registrar a presença com a digital no aparelho

Além de informar aos pais sobre o frequência de seus filhos, os dados servem para garantir a manutenção do Bolsa Família – benefício do governo federal concedido a famílias carentes e condicionado à frequência escolar. “Tivemos problemas com pais que perderam o Bolsa Família e nos acusaram de ter errado no Diário de Classe. Uma mãe chegou a fraudar as datas no caderno do filho para comprovar que ele tinha vindo à escola”, relata a diretora Luciana Nicolosi.

A gestora escolar conta que após a implantação do ponto eletrônico, a porcentagem de alunos faltosos da Roberto Mario Santini caiu de 20% para 5%, segundo a direção da escola. “Agora os alunos não matam mais aula.” O sistema foi implantando como projeto piloto em abril de 2010 e expandido para todas as salas no início deste ano letivo.

Merenda


Eva Célia de Oliveira, merendeira, afirma que o sistema trouxe agilidade e independência ao gerenciamento cozinha. Antes, ela aguardava o inspetor de alunos contar os estudantes presentes em todas as salas para ter uma noção exata da quantidade de comida que deveria fazer. Agora, em 30 minutos, Eva tem acesso ao número de alunos presentes pelo computador instalado na cozinha.


Eva, merendeira, consulta no computador a quantidade de alunos presentes para preparar a refeição
Foto: Marina Morena Costa

No dia em que a reportagem visitou a escola, 204 alunos estiveram presentes no período da manhã, e foram preparados três quilos de feijão e oito quilos de arroz. No dia anterior, 220 alunos foram à escola, e a equipe de Eva cozinhou um quilo a mais de feijão e dois a mais de arroz.
Pastorello espera desenvolver um software que calcule para as merendeiras a quantidade de cada alimento que deve ser preparada, de acordo com o número de alunos presentes. “As funcionalidades são inúmeras”, afirma. Neste semestre, mais cinco escolas da Prefeitura receberão os pontos eletrônicos. A expectativa é de que até 2013 todas as 30 unidades da rede tenham a presença eletrônica.

Fim da chamada

As professoras destacam que os aparelhos reduziram o tempo gasto com a chamada. “Os alunos já estão acostumados, fazem fila para registrar a presença e respeitam a vez do outro”, ressalta Denise Helena dos Santos, professora do 1º ano do ensino fundamental.

Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida, professora da PUC-SP e especialista em tecnologias na escola, vê como positiva a redução no tempo da chamada, que ajuda a otimizar o tempo das professoras em sala de aula. “Não é uma tecnologia pedagógica, mas funcional.”

Os pais aprovam o sistema por questões de segurança e as crianças adoram colocar o dedinho no aparelho e ver o seu nome aparecer. “Se acontecer alguma coisa com o meu filho no trajeto para a escola, ficarei sabendo de imediato. Acho interessante esse sistema que não tem nem em escola particular”, destaca Fabiana Souza de Oliveira, 29 anos, dona de casa e mãe de Nathan, de 8 anos.

O controle de presença por meio da digital instalado na Praia Grande é pioneiro na rede pública brasileira. No Espírito Santo, a rede estadual irá implantar ainda este ano uma chamada eletrônica que será feita pelo professor em sala de aula e registrada em um smart phone ou tablet. Os dados também serão enviados aos pais, via sms.

Controle

A comerciante Sandra Teixera, 46 anos, mãe de Luis Felipe, 6, avalia que este é o “melhor jeito de controlar a frequência que existe”. Najla Ahnedali Zahra, 45 anos, concorda, mas reclama da quantidade de emails recebida da escola. “Acho que é muita coisa”, diz a vendedora e mãe de Thayla, 7 anos. A menina adora a novidade: “É muito legal”.





Como as crianças são menores de idade e estão sob a tutoria dos pais, não cabe a elas aceitar ou não o controle. “Se os pais entendem que é uma medida razoável, não há invasão de privacidade. O controle de presença já era feito, ocorre apenas uma mudança de meio”, explica o jurista Oscar Vilhena Vieira, professor de Direito Constitucional da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP).









    
Aluna do 1º ano registra a presença ao entrar em sala de aula
 Foto: Marina Morena Costa

Vieira destaca que na escola pública não há a possibilidade de escolha dos pais pelo modelo de controle de seus filhos. Ele é imposto pelo Estado. “Os pais podem entender que é inadequado as crianças se tornarem objeto de policiamento e não há possibilidade deles questionarem, dizerem se concordam ou não”, aponta. O jurista pondera que, em processos nos quais a burocracia estatal impõe uma solução, pode ocasionar a “coisificação” do ser humano.


Marina Morena Costa, iG São Paulo
19/03/2011

Bullying

BULLYING é um termo em inglês utilizado para descrever atos de volência física ou psicológica intencionais e repetidos, praticados por um individuo(bully ou "valentão") ou grupo de individuos com objetivo de intimidar ou agredir outro individuo (ou grupo de individuos) incapazes de se defender. Há duas categorias de Bullying: direta e indireta (conhecido também como agressão social). O Bullying direto é a forma mais comum entre os agressores masculinos. O Bullying indireto é mais frequente em bullies do sexo feminino e crianças pequenas, e é caracterizado por foçar a vítima ao isolamento social.



TIPOS DE BULLYING - insultar a vítima; acusar a vítima de não servir para nada; ataques físicos repetidos contra uma pessoa, seja contra o corpo dela ou propriedade; espalhar rumores negativos sobre a vítima, depreciando-a sem qualquer motivo; fazer com que a vítima faça o que ela não quer, ameaçando a vítima para seguir as ordens; colocar a vítima em situação problemática com alguém ou conseguir uma ação disciplinar contra a vítima, por algo que ela não cometeu ou foi exagerado pelo bully; fazer comentários sobre a família de uma pessoa, local de moradia, aparência pessoal, orientação sexual, religião, etnia, nível de renda, nacionalidade,etc; isolamento social da vítima; usar as tecnologias de informação para praticar o cyberbulluing(criar páginas falsas sobre a vítima em sites de relacionamento, de publicação de fotos, etc);chantagem;expressões ameaçadoras; grafitagem; etc.

Texto retirado do Jornal Da Hora - ano II nº2, Campinas, maio de 2010

Jornal produzido por alunos e educadores da EMEF "Orlando Carpino"


Veja a Cartilha de combate ao bullying nas escolas seguindo o link abaixo. É um documento que pode ser baixado e trabalhado com os professores.

http://www.cnj.jus.br/images/programas/justica-escolas/cartilha_bullying.pdf

10.3.11

A MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A CRIANÇA E A MATEMÁTICA

As noções matemáticas (contagem, relações quantitativas e espaciais etc.) são construídas pelas crianças a partir das experiências proporcionadas pelas interações com o meio, pelo intercâmbio com outras pessoas que possuem interesses, conhecimentos e necessidades que podem ser compartilhados. As crianças têm e podem ter várias experiências com o universo matemático e outros que lhes permitem fazer descobertas, tecer relações, organizar o pensamento, o raciocínio lógico, situar-se e localizar-se espacialmente. Configura-se desse modo um quadro inicial de referências lógico-matemáticas que requerem outras, que podem ser ampliadas. São manifestações de competências, de aprendizagem advindas de processos informais, da relação individual e cooperativa da criança em diversos ambientes e situações de diferentes naturezas, sobre as quais não se tem planejamento e controle. Entretanto, a continuidade da aprendizagem matemática não dispensa a intencionalidade e o planejamento. Reconhecer a potencialidade e a adequação de uma dada situação para a aprendizagem, tecer comentários, formular perguntas, suscitar desafios, incentivar a verbalização pela criança etc., são atitudes indispensáveis do adulto. Representam vias a partir das quais as crianças elaboram o conhecimento em geral e o conhecimento matemático em particular.


Deve-se considerar o rápido e intenso processo de mudança vivido pelas crianças nessa faixa etária. Elas apresentam possibilidades de estabelecer vários tipos de relação (comparação, expressão de quantidade), representações mentais, gestuais e indagações, deslocamentos no espaço.

Diversas ações intervêm na construção dos conhecimentos matemáticos, como recitar a seu modo a seqüência numérica, fazer comparações entre quantidades e entre notações numéricas e localizar-se espacialmente. Essas ações ocorrem fundamentalmente no convívio social e no contato das crianças com histórias, contos, músicas, jogos, brincadeiras etc.

As respostas de crianças pequenas a perguntas de adultos que contenham a palavra “quantos?” podem ser aleatoriamente “três”, “cinco”, para se referir a uma suposta quantidade. O mesmo ocorre às perguntas que contenham “quando?”. Nesse caso, respostas como “terça-feira” para indicar um dia qualquer ou “amanhã” no lugar de “ontem” são freqüentes. Da mesma forma, uma criança pequena pode perguntar “quanto eu custo?” ao subir na balança, no lugar de “quanto eu peso?”. Esses são exemplos de respostas e perguntas não muito precisas, mas que já revelam algum discernimento sobre o sentido de tempo e quantidade. São indicadores da permanente busca das crianças em construir significados, em aprender e compreender o mundo.

À medida que crescem, as crianças conquistam maior autonomia e conseguem levar adiante, por um tempo maior, ações que tenham uma finalidade, entre elas atividades e jogos. As crianças conseguem formular questões mais elaboradas, aprendem a trabalhar diante de um problema, desenvolvem estratégias, criam ou mudam regra de jogos, revisam o que fizeram e discutem entre pares as diferentes propostas.



OBJETIVOS

Crianças de zero a três anos

A abordagem da Matemática na educação infantil tem como finalidade proporcionar oportunidades para que as crianças desenvolvam a capacidade de:

• estabelecer aproximações a algumas noções matemáticas presentes no seu cotidiano, como contagem, relações espaciais etc.


Crianças de quatro a seis anos

Para esta fase, o objetivo é aprofundar e ampliar o trabalho para a faixa etária de zero a três, garantindo, ainda, oportunidades para que sejam capazes de:

• reconhecer e valorizar os números, as operações numéricas, as contagens orais e as noções espaciais como ferramentas necessárias no seu cotidiano;

• comunicar idéias matemáticas, hipóteses, processos utilizados e resultados encontrados em situações-problema relativas a quantidades, espaço físico e medida, utilizando a linguagem

oral e a linguagem matemática;

• ter confiança em suas próprias estratégias e na sua capacidade para lidar com situações matemáticas novas, utilizando seus conhecimentos prévios.



CONTEÚDOS

A seleção e a organização dos conteúdos matemáticos representam um passo importante no planejamento da aprendizagem e devem considerar os conhecimentos prévios e as possibilidades cognitivas das crianças para ampliá-los. Para tanto, deve-se levar em conta que:

• aprender matemática é um processo contínuo de abstração no qual as crianças atribuem significados e estabelecem relações com base nas observações, experiências e ações que fazem, desde cedo, sobre elementos do seu ambiente físico e sociocultural;

• a construção de competências matemáticas pela criança ocorre simultaneamente ao desenvolvimento de inúmeras outras de naturezas diferentes e igualmente importantes, tais como comunicar-se oralmente, desenhar, ler, escrever, movimentar-se, cantar etc.


Os domínios sobre os quais as crianças de zero a seis anos fazem suas primeiras incursões e expressam idéias matemáticas elementares dizem respeito a conceitos aritméticos e espaciais.

Propõe-se a abordagem desses conteúdos de forma não simplificada, tal como aparecem nas práticas sociais. Se por um lado, isso implica trabalhar com conteúdos complexos, por outro lado, traz implícita a idéia de que a criança vai construir seu conhecimento matemático por meio de sucessivas reorganizações ao longo da sua vida.

Complexidade e provisoriedade são, portanto, inseparáveis, pois o trabalho didático deve necessariamente levar em conta tanto a natureza do objeto de conhecimento como o processo pelo qual as crianças passam ao construí-lo.


Crianças de zero a três anos

• Utilização da contagem oral, de noções de quantidade, de tempo e de espaço em jogos, brincadeiras e músicas junto com o professor e nos diversos contextos nos quais as crianças

reconheçam essa utilização como necessária.

• Manipulação e exploração de objetos e brinquedos, em situações organizadas de forma a existirem quantidades individuais suficientes para que cada criança possa descobrir as características e propriedades principais e suas possibilidades associativas: empilhar, rolar, transvasar, encaixar etc.



* fonte: Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, MEC

Veja mais em: http://revistaescola.abril.com.br/matematica/fundamentos/pensar-matematico-428559.shtml

Esperando sempre o melhor!


Hoje vou apagar do meu calendário dois dias:

Ontem e amanhã!

Ontem foi para aprender!

Amanhã será uma consequência do que posso fazer hoje...

Hoje enfrentarei a vida com a convicção de que este dia nunca mais retornará.

Hoje é a última oportunidade que tenho de viver intensamente...

Hoje terei coragem para não deixar passar as oportunidades que se apresentam, que são as minhas chances de triunfar!

Hoje vencerei cada obstáculo que surgir no meu caminho!

Resistirei ao pessimismo e conquistarei o mundo com um sorriso...

Com uma atitude positiva...



Hoje usarei o tempo para ser feliz!

Se você carimbar em si mesmo a ideia de que as coisas são difíceis, provavelmente elas serão.

Quando se repete continuamente 'eu não posso' ou 'eu não vou conseguir', as chances de que isso realmente aconteça são bem grandes. portanto, para permanecer longe da influência dos comentários e visões pessimistas dos outros, ative o seu potencial otimista.

Uma pequena chama em uma sala escura é muito mais forte do que toda a escuridão.


8.3.11

08 de Março - Dia Internacional da Mulher


As mulheres estão galgando cada vez mais o poder, mas o que adianta se milhares delas ainda continuam sem direito a vida, a maternidade, ao convívio familiar, ao trabalho e na política.


O Brasil tem hoje uma das mulheres mais poderosas do mundo a Presidenta DilmaVana Roussef eleita em outubro de 2010, outras mulheres poderosas são: Ângela Merkel Primeira Ministra da Alemanha, Cristina Kirchner Presidenta da Argentina, Laura Chinchilla primeira presidenta da Costa Rica, Hillary Clinton Secretária de Estado dos Estados Unidos, além de outras importantes como:Marina Silva, Michelle Bachelet primeira mulher a governar o Chile, na Libéria Ellen Sirleaf que, em 2005, se tornou a primeira mulher eleita presidente de um país africano.

O Dia Internacional da Mulher é um marco na história contemporânea, que reafirma to- das as metas alcançadas pelas mulheres, mas surgem dúvidas sobre a origem do dia. Jornais e artigos de instituições de ensino superior do Brasil e de outros países da América Latina, além de órgãos da imprensa tem dado espaço para divulgação desses estudos que questionam a conhecida data.

Segundo a versão mais difundida sobre a origem do Dia Internacional da Mulher, esta data seria uma homenagem às operárias mortas num incêndio que teria ocorrido numa fábrica têxtil de Nova York, em 1857.

Mas para pesquisadores como Vito Giannotti, Naumi Vasconcelos, Dolores Farias e Eva Blay, a "verdadeira" história do 08 de março é outra e a alegada tragédia de 1857, quando 129 operárias teriam sido queimadas vivas, não passa de uma ficção.

Em 1982, as pesquisadoras francesas Liliane Kandel e Françoise Picq demonstraram que a famosa greve feminina de 1857, onde estaria a origem do dia 08 de Março, pura e simplesmente não aconteceu, não vem noticiada nem mencionada em qualquer jornal norte-americano, mas todos os anos milhares de órgãos de comunicação social contam a história como sendo verdadeira.

A origem do Dia Internacional da Mulher insere-se em um contexto histórico e ideológico muito concreto. Buscando na história sobre o universo feminino, foi somente a partir da Revolução Francesa, em 1789, que as mulheres passaram a atuar na sociedade de forma mais significativa, reivindicando melhoria nas condições de vida e de trabalho, maior participação política, acesso à instrução e à igualdade de direitos entre os sexos.

Em 1791 a jornalista, ativista francesa Olympe de Gouges escreveu o panfleto Declaração dos direitos da mulher e da cidadã, um modelo feminino e provocador da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão de 1789. Nele ela conclama as mulheres à ação – “Ó, mulheres! Mulheres, quando deixareis vós de ser cegas?”, numa crítica à desigualdade entre os sexos. Olympe foi julgada e condenada à guilhotina.

Em 1907 a ativista alemã Clara Zetkin encabeçou a realização do I Congresso de Mu- lheres Socialistas, ocorrido na Alemanha, o que impulsionou definitivamente a partici- pação das mulheres nas questões políticas e contribuiu para as primeiras conquistas da mulher operária.

Em 08 de março de 1910, por proposição da própria Clara na II Conferência Internacio- nal das Mulheres, realizada na Dinamarca, foi aprovada a criação do Dia Internacional da Mulher, o que só foi oficializado pela ONU como Dia Internacional em 1975.

A situação em relação à mulher, no geral teve progresso, mas em diversas regiões do planeta encontramos ainda situações de intolerância e descrédito, como em países do Oriente Médio, da África e Sudeste Asiático onde alguns grupos étnicos praticam a mutilação genital feminina, ou seja, a retirada total ou parcial dos órgãos sexuais. Segundo a ONU a incidência de mutilação feminina caiu nos últimos anos no mundo, mas as estimativas da Organização indicam que entre 120 milhões e 140 milhões de meninas e mulheres foram submetidas a esta prática dolorosa e perigosa que é alimentada por preconceitos sociais e religiosos.

Ainda é prevalente na Índia o costume do dote, e muitas famílias não conseguem pagar dote para casar várias filhas, por isso os indianos preferem filhos do sexo masculino.

A Anistia Internacional calcula que cerca de 5 mil mulheres são mortas anualmente na Índia em disputas familiares por dotes de noivas

Em seu livro, “The Argumentative Indian”, o economista indiano Amartya Sen, vencedor do Nobel de Economia de 1998 calcula, baseado em várias pesquisas, que exista um déficit de mais de 100 milhões de mulheres na Índia e China, países que mais praticam esses abortos seletivos.

Em Uganda, na África, a lei reconhece ao homem o direito de bater na mulher.

Na América Latina e Caribe, a violência doméstica atinge entre 25% a 50% das mulheres.

O Brasil encontra-se entre os países do mundo que mais exportam mulheres para o mercado exterior da prostituição. Mulheres são levadas clandestinamente, iludidas com promessas de emprego e bons salários.

Desde 1999, a Organização das Nações Unidas (ONU) proclamou que 25 de Novembro o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres. O dia 25 de novembro foi escolhido para destacar o brutal assassinato das irmãs Mirabal (Patria, Minerva e Maria Teresa, conhecidas como “Las Mariposas”), opositoras da ditadura de Rafael Leônidas Trujillo, na República Dominicana, em 25 de novembro de 1960.

Colocar em dúvida ou derrubar o mito de origem da data 8 de Março não implica na desvalorização do significado histórico que este adquiriu, mas sim, significa enriquecer a comemoração desse dia com a retomada de seu sentido original - a igualdade em seus direitos e deveres.

Afinal o mundo pertence as mulheres.



Professor Ruzel Costa leciona na Faculdade Faro, Colégio Objetivo, Escola de Ensino Fundamental e Médio Ênio dos Santos Pinheiro e Colégio Interação-Geo de Rondonia.
http://www.rondoniaovivo.com/noticias

7.3.11

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27.2.11

Secretaria de Educação realizou abertura do Progestão Municipal

A Secretaria de Educação de Itabuna deu início na tarde de quinta-feira (24), no auditório da Faculdade de Tecnologia e Ciências, ao Programa de Formação de Gestores (Progestão), que tem a finalidade de promover a desenvolvimento das equipes de gestores escolares da Rede Municipal de Ensino.




O encontro reuniu o secretário da pasta, Gustavo Joaquim Lisboa, a responsável pelo projeto, Sandra Maria Leal Damasceno, a diretora do Departamento e Educação Básica, Fátima Cristina, a vice-presidente do Conselho de Alimentação Escolar, Marluce Sá, a presidente do Conselho Municipal de Educação, Maria Lúcia Bitar e a representante da Direc-7, Rosilene Vila Nova.

Na abertura do evento, o professor Júnior Brandão, que representou a Igreja Batista Teosópolis, interpretou a canção “Brasil, olha para cima”. Logo depois, os representantes municipais e gestores escolares, participaram da execução dos hinos, nacional e municipal. A aula inaugural do projeto teve início com a formação da mesa e a explanação sobre o objetivo do Progestão, que de acordo com a responsável pelo projeto, Sandra Damasceno, proporciona oportunidades de vivências voltadas para o desenvolvimento de competências e habilidades profissionais necessárias para a atuação em gestão escolar.

“O projeto possibilitará às pessoas das equipes gestoras das unidades, uma visão maior e melhor do que seja administração pública, focada nas relações humanas, na parte de gestão, na parte financeira e em toda a administração pedagógica e gerencial da escola. Então, nós acreditamos que, se cada um tiver consciência plena do seu papel social e profissional, como cidadão, melhor serão os resultados”, ressaltou Sandra Maria Leal.



Neste primeiro, o programa envolverá um total de 205 cursistas, abrangendo toda a equipe gestora, composta por diretores, vice-diretores, coordenadores, secretários escolares e membros do conselho escolar. As atividades serão de responsabilidade de cinco tutores municipais, que acompanharão as equipes nos encontros presenciais com os participantes e através de atividades a distância.

O projeto será dividido em 10 módulos, sendo que nesta sexta-feira (25) tem início o primeiro deles, com abordagens em torno de várias situações, como financeira, pedagógica, gerenciamento de recursos humanos, entre outros.



Gestão com Qualidade



Para o secretário de Educação, Gustavo Lisboa, a formação dos gestores escolares é uma exigência que cresce a cada dia, por conta das responsabilidades que a escola abarca na busca incessante pela oferta qualitativa dos serviços educacionais. Por esse motivo, a secretaria municipal, em parceria com a prefeitura de Itabuna está desenvolvendo o programa Progestão, com a finalidade de democratizar a gestão escolar e torná-la conhecida entre os profissionais.

“A Gestão é ponto chave na qualidade social da educação, pois se não tivermos uma boa gestão na unidade escolar, todos os programas e projetos que poderiam ter êxito certamente poderão ter mais problemas e, portanto não chegarão ao resultado que tanto a gente deseja. E o nosso resultado almejado é que a gente consiga contribuir para que as escolas tenham a cada vez mais a aprendizagem como o foco. E, para que a gente consiga atingir a aprendizagem, existe uma série de componentes e assessórios, que são fundamentais”, declarou Gustavo Lisboa.

A diretora do Centro Municipal de Habitação Infantil Gil Nunesmaia, Maria Tereza Viana, que atuará como uma das tutoras na realização do curso ressalta que o projeto vai facilitar a compreensão a cerca do processo de gestão democrática nas unidades escolares. “Isso será possível, pois os cursos vão dar ênfase na forma de como administrar uma questão pautada não só na área administrativa, como também nas questões pedagógicas. Então, o Progestão vai dar essa contribuição para o gestor estar aprofundando, não só teoricamente, mas também na prática, dando continuidade do que é estudado e aprendido no curso”, disse a gestora educacional.

do site da PMI
fotos Vinicius Borges

Projeto de Leitura

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